Segundo o relatório final da Polícia Federal (PF), vê indícios de que o presidente Michel Temer (MDB) recebeu diretamente R$ 5,9 milhões de propina no setor portuário.
O texto assinado pelo delegado Cleyber Malta Lopes, revela que os valores teriam sido pagos pela Rodrimar, pelo grupo J&F e pelo grupo Libra, em doações oficiais e em dinheiro vivo.
A PF ainda afirmou que "o setor portuário sempre foi área de influência e interesse do MDB e do presidente" e por isso as indicações até hoje são feitas pelo partido. O relatório da polícia aponta que o coronel João Baptista Lima Filho é o intermediador do emedebista há pelo menos 20 anos.
A PF enviou na última terça-feira (16) ao Supremo Tribunal Federal (STF), o indiciamento do presidente e mais dez pessoas. O relator do caso é o ministro Luís Roberto Barroso.
No relatório, que tem quase 900 páginas, Malta Lopes descreve que havia uma engenharia financeira para a lavagem de dinheiro, à disposição principalmente de Temer, que funciona há pelo menos 20 anos.
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A PF ainda afirmou que "o setor portuário sempre foi área de influência e interesse do MDB e do presidente" e por isso as indicações até hoje são feitas pelo partido. O relatório da polícia aponta que o coronel João Baptista Lima Filho é o intermediador do emedebista há pelo menos 20 anos.
A PF enviou na última terça-feira (16) ao Supremo Tribunal Federal (STF), o indiciamento do presidente e mais dez pessoas. O relator do caso é o ministro Luís Roberto Barroso.
No relatório, que tem quase 900 páginas, Malta Lopes descreve que havia uma engenharia financeira para a lavagem de dinheiro, à disposição principalmente de Temer, que funciona há pelo menos 20 anos.
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