Os produtores rurais e pecuaristas de Guanambi devem se preparar para um possível período prolongado de estiagem nos próximos meses. O alerta foi feito pelo secretário municipal de Agricultura, Vanderlei Florêncio, que recomendou aos criadores atenção especial com a disponibilidade de água, alimentação e manutenção dos rebanhos.
Segundo o secretário, as previsões meteorológicas apontam para um cenário de chuvas abaixo do necessário, com possibilidade de os efeitos do período seco se tornarem mais intensos no fim do ano. Diante desse quadro, Florêncio destacou que cada produtor precisa adotar medidas preventivas para reduzir os prejuízos.
O gestor também esclareceu que a Secretaria Municipal de Agricultura não possui recursos orçamentários suficientes para assumir os custos de manutenção dos rebanhos de forma individual, diante de uma eventual crise de abastecimento.
Venda antecipada pode reduzir custos
Entre as orientações apresentadas aos pecuaristas está a comercialização dos animais que já atingiram o peso adequado para o abate. A medida, segundo Florêncio, pode representar uma alternativa para garantir receita ao produtor e, ao mesmo tempo, diminuir a quantidade de animais que precisarão ser mantidos durante o período mais severo da seca.
“Se o gado está gordo agora, vende, aplica o dinheiro em outra coisa e vai mantendo o restante. Só o poder público não consegue, o produtor precisa fazer a parte dele. A Secretaria de Agricultura não tem recursos ilimitados para atender todo mundo”, explicou.
A recomendação busca estimular uma postura preventiva, evitando que os criadores sejam obrigados a vender animais em condições desfavoráveis quando a falta de pastagem, água e ração se intensificar.
Situação ainda é considerada estável
Apesar da preocupação com os próximos meses, a Secretaria de Agricultura informou que a situação atual de Guanambi ainda é considerada controlada. As chuvas registradas durante os primeiros meses do ano contribuíram para manter reservatórios e tanques comunitários em níveis considerados razoáveis.
A maior preocupação da administração municipal está concentrada nos meses de outubro e novembro, período em que um eventual atraso ou redução das chuvas poderá aumentar a pressão sobre as reservas hídricas.
Para garantir o abastecimento da população nas áreas mais vulneráveis, a Prefeitura mantém uma operação permanente com aproximadamente 30 carros-pipa distribuídos diariamente, priorizando o fornecimento de água para consumo humano.
A orientação da Secretaria de Agricultura é para que os produtores não aguardem a chegada do período mais crítico para tomar decisões e comecem desde já a organizar os rebanhos, os recursos disponíveis e as estratégias para enfrentar a estiagem.
Por Clóvis Junior – MTBE: 7281/BA
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Segundo o secretário, as previsões meteorológicas apontam para um cenário de chuvas abaixo do necessário, com possibilidade de os efeitos do período seco se tornarem mais intensos no fim do ano. Diante desse quadro, Florêncio destacou que cada produtor precisa adotar medidas preventivas para reduzir os prejuízos.
O gestor também esclareceu que a Secretaria Municipal de Agricultura não possui recursos orçamentários suficientes para assumir os custos de manutenção dos rebanhos de forma individual, diante de uma eventual crise de abastecimento.
Venda antecipada pode reduzir custos
Entre as orientações apresentadas aos pecuaristas está a comercialização dos animais que já atingiram o peso adequado para o abate. A medida, segundo Florêncio, pode representar uma alternativa para garantir receita ao produtor e, ao mesmo tempo, diminuir a quantidade de animais que precisarão ser mantidos durante o período mais severo da seca.
“Se o gado está gordo agora, vende, aplica o dinheiro em outra coisa e vai mantendo o restante. Só o poder público não consegue, o produtor precisa fazer a parte dele. A Secretaria de Agricultura não tem recursos ilimitados para atender todo mundo”, explicou.
A recomendação busca estimular uma postura preventiva, evitando que os criadores sejam obrigados a vender animais em condições desfavoráveis quando a falta de pastagem, água e ração se intensificar.
Situação ainda é considerada estável
Apesar da preocupação com os próximos meses, a Secretaria de Agricultura informou que a situação atual de Guanambi ainda é considerada controlada. As chuvas registradas durante os primeiros meses do ano contribuíram para manter reservatórios e tanques comunitários em níveis considerados razoáveis.
A maior preocupação da administração municipal está concentrada nos meses de outubro e novembro, período em que um eventual atraso ou redução das chuvas poderá aumentar a pressão sobre as reservas hídricas.
Para garantir o abastecimento da população nas áreas mais vulneráveis, a Prefeitura mantém uma operação permanente com aproximadamente 30 carros-pipa distribuídos diariamente, priorizando o fornecimento de água para consumo humano.
A orientação da Secretaria de Agricultura é para que os produtores não aguardem a chegada do período mais crítico para tomar decisões e comecem desde já a organizar os rebanhos, os recursos disponíveis e as estratégias para enfrentar a estiagem.
Por Clóvis Junior – MTBE: 7281/BA
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