O vice-prefeito do Rio de Janeiro, Adilson Pires (PT), afirmou que o nome do ministro da Defesa, Jaques Wagner (PT), caso o ex-presidente Lula não saia candidato a presidente da República em 2018.
"Se não for o Lula, será o Jaques Wagner. Mas o Lula só não será candidato se não estiver bem de saúde", afirmou em entrevista ao jornal “O Dia”, publicada nesta quinta-feira 19.
"Depois do Lula, hoje, ele é a figura mais forte. Foi governador duas vezes na Bahia, fez sucessor, e o estado que governou é fronteira do Nordeste com o Sudeste. E é carioca. Então, é o mais habilidoso e seu nome é consensual", completou.
O petista é considerado o principal responsável pelos 70% dos votos válidos conquistados por Dilma na Bahia e antes de assumir o Ministério da Defesa, o ex-governador da Bahia foi citado como nome para assumir diversos ministérios. Um deles seria a Casa Civil, ocupada por Aloizio Mercadante (PT) com quem Wagner trava uma disputa interna por poder.
Ao Bocão News, o então governador negou o certame. “Não tem disputa nenhuma, isso é invenção de quem não tem o que escrever”, garantiu.
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"Depois do Lula, hoje, ele é a figura mais forte. Foi governador duas vezes na Bahia, fez sucessor, e o estado que governou é fronteira do Nordeste com o Sudeste. E é carioca. Então, é o mais habilidoso e seu nome é consensual", completou.
O petista é considerado o principal responsável pelos 70% dos votos válidos conquistados por Dilma na Bahia e antes de assumir o Ministério da Defesa, o ex-governador da Bahia foi citado como nome para assumir diversos ministérios. Um deles seria a Casa Civil, ocupada por Aloizio Mercadante (PT) com quem Wagner trava uma disputa interna por poder.
Ao Bocão News, o então governador negou o certame. “Não tem disputa nenhuma, isso é invenção de quem não tem o que escrever”, garantiu.
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