Além de não conseguir montar a própria equipe com a autonomia que desejava (clique aqui para ler), o governador Rui Costa (PT) pode perder poderes na Casa Civil do presidente diplomado Luiz Inácio Lula da Silva (PT), função que assume a partir de janeiro de 2023, também caso a senadora Simone Tebet (MDB-MS) assuma a pasta do Planejamento.
Isso porque, segundo se especula desde esta segunda-feira (26), a emedebista negocia, para aceitar o cargo, que o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), previsto para ser tocado por Rui Costa, fique sob o comando dela.
Na configuração original da Esplanada dos Ministérios desenhada pela equipe de transição, o PPI ficaria na esfera de atuação da Casa Civil. Trata-se de um programa estratégico que Lula criou no passado e que pretende retomar no terceiro mandato estimular a realização de investimentos em obras pelo país, com grandes dividendos eleitorais. No governo de Jair Bolsonaro (PL), o PPI está sob a batuta do Ministério da Economia.
Rui Costa, que está em férias na Europa, resiste à mudança. O petista baiano já havia escalado Marcus Cavalcanti, atual secretário de Infraestrutura da Bahia, para assumir a secretaria dentro da Casa Civil responsável pela gestão do PPI.
Tebet teria dito a aliados que aceita o Ministério do Planejamento, mas quer a pasta mais robusta, com a inclusão do PPI ou dos bancos públicos. Antes, a senadora havia demonstrado preferência por comandar a área social do governo, mas perdeu esse espaço para o PT. Ela recusou a pasta do Turismo e foi cotada ainda para o Meio Ambiente, que deve ficar com a deputada federal eleita Marina Silva (Rede-SP).
Ao deixar o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) nesta segunda-feira (26), a ex-ministra Miriam Belchior, escolhida pelo PT paulista para a secretaria-executiva da Casa Civil, garantiu que está batido o martelo de que o PPI ficará na pasta.
Política Livre
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Isso porque, segundo se especula desde esta segunda-feira (26), a emedebista negocia, para aceitar o cargo, que o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), previsto para ser tocado por Rui Costa, fique sob o comando dela.
Na configuração original da Esplanada dos Ministérios desenhada pela equipe de transição, o PPI ficaria na esfera de atuação da Casa Civil. Trata-se de um programa estratégico que Lula criou no passado e que pretende retomar no terceiro mandato estimular a realização de investimentos em obras pelo país, com grandes dividendos eleitorais. No governo de Jair Bolsonaro (PL), o PPI está sob a batuta do Ministério da Economia.
Rui Costa, que está em férias na Europa, resiste à mudança. O petista baiano já havia escalado Marcus Cavalcanti, atual secretário de Infraestrutura da Bahia, para assumir a secretaria dentro da Casa Civil responsável pela gestão do PPI.
Tebet teria dito a aliados que aceita o Ministério do Planejamento, mas quer a pasta mais robusta, com a inclusão do PPI ou dos bancos públicos. Antes, a senadora havia demonstrado preferência por comandar a área social do governo, mas perdeu esse espaço para o PT. Ela recusou a pasta do Turismo e foi cotada ainda para o Meio Ambiente, que deve ficar com a deputada federal eleita Marina Silva (Rede-SP).
Ao deixar o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) nesta segunda-feira (26), a ex-ministra Miriam Belchior, escolhida pelo PT paulista para a secretaria-executiva da Casa Civil, garantiu que está batido o martelo de que o PPI ficará na pasta.
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