Produtores rurais da comunidade de Riacho Seco, na zona rural de Riacho de Santana, no sudoeste da Bahia, enfrentaram prejuízo nesta segunda-feira (9) após cerca de 2 mil litros de leite precisarem ser descartados devido às más condições da estrada que dá acesso à localidade.
O descarte foi feito pelo produtor Aparecido Neves Vieira, que registrou a situação em um vídeo divulgado nas redes sociais. Segundo ele, o caminhão responsável pela coleta do leite não conseguiu chegar até a propriedade por causa das condições da estrada de terra.
De acordo com Aparecido, o produto ficou armazenado por cerca de 11 dias aguardando a coleta. Sem conseguir escoar a produção e diante do risco de perda da qualidade do alimento, ele decidiu despejar o leite que estava armazenado no tanque.
Nas imagens, o produtor demonstra indignação com a situação. “A situação aqui é complicada. Não tem estrada, então precisamos derramar 2 mil litros de leite. Aqui não aparece ninguém. Vereador e prefeito só aparecem na época de política”, afirmou.
Ele ainda relatou que, além da produção dele, havia leite de outros produtores armazenado no mesmo tanque, o que aumentou ainda mais o prejuízo para as famílias que dependem da atividade rural.
Por se tratar de um produto altamente perecível, o leite cru precisa ser coletado e encaminhado rapidamente para processamento industrial, seguindo normas sanitárias específicas. Sem a coleta dentro do prazo adequado, o produto não pode ser comercializado.
Procurado pela reportagem da Folha do Vale, o prefeito João Vitor ainda não havia se manifestado sobre o problema até o fechamento desta matéria. O espaço segue aberto para posicionamento da gestão municipal.
Por Clóvis Junior – MTBE: 7281/BA
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O descarte foi feito pelo produtor Aparecido Neves Vieira, que registrou a situação em um vídeo divulgado nas redes sociais. Segundo ele, o caminhão responsável pela coleta do leite não conseguiu chegar até a propriedade por causa das condições da estrada de terra.
De acordo com Aparecido, o produto ficou armazenado por cerca de 11 dias aguardando a coleta. Sem conseguir escoar a produção e diante do risco de perda da qualidade do alimento, ele decidiu despejar o leite que estava armazenado no tanque.
Nas imagens, o produtor demonstra indignação com a situação. “A situação aqui é complicada. Não tem estrada, então precisamos derramar 2 mil litros de leite. Aqui não aparece ninguém. Vereador e prefeito só aparecem na época de política”, afirmou.
Ele ainda relatou que, além da produção dele, havia leite de outros produtores armazenado no mesmo tanque, o que aumentou ainda mais o prejuízo para as famílias que dependem da atividade rural.
Por se tratar de um produto altamente perecível, o leite cru precisa ser coletado e encaminhado rapidamente para processamento industrial, seguindo normas sanitárias específicas. Sem a coleta dentro do prazo adequado, o produto não pode ser comercializado.
Procurado pela reportagem da Folha do Vale, o prefeito João Vitor ainda não havia se manifestado sobre o problema até o fechamento desta matéria. O espaço segue aberto para posicionamento da gestão municipal.
Por Clóvis Junior – MTBE: 7281/BA
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