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A 24ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios foi oficialmente aberta, na terça-feira (29), pelo vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, mas o clima é de  frustação.

Em entrevista ao Bahia Notícias, o prefeito de Iuiu e diretor da União dos Municípios da Bahia (UPB), Reinalldo Góes, disse que a proposta não recebeu o apoio que merecia da maior entidade municpalista do país, a Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

Na pauta da comitiva baiana, os prefeitos colocaram o avanço da PEC 14/2022, a que reduz a alíquota do INSS cobrada das prefeituras. Góes explicou que ela não foi abraçada como os prefeitos esperavam.

Em entrevista ao Bahia Notícias, o diretor da União dos Municípios da Bahia (UPB) e prefeito de Iuiú, no Sudoeste, Reinalldo Góes, declarou que a proposta não recebeu o apoio que merecia da maior entidade municpalista do país, a Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

“Infelizmente, até agora, a gente não vê a CNM priorizar a nossa pauta, a pauta dos municípios da Bahia e do Nordeste, que é a PEC 14. Isso é uma necessidade urgente. É uma questão de sobrevivência para os municípios e nós prefeitos, nós da diretoria executiva da UPB, a gente vem batendo nessa tecla junto com o nosso presidente Quinho, mas até o momento a gente não percebe a CNM se engajar por essa causa”, lamentou ao BN.

Góes disse que apesar do que foi relatado, os prefeitos têm recebido apoio de senadores, como Jaques Wagner (PT) e de outros congressistas para que a proposta seja aceita. Góes disse ainda que as prefeituras já não podem esperar, devido à situação previdenciária, que os obriga a acumular dívidas.

Uma alternativa seria a proposta de renegociação de dívidas, um novo Refis [Programa de Recuperação Fiscal], proposto pelo governo Lula. Mas a medida, para o diretor da UPB, não seria tão impactante como a PEC 14. “É importante, é um paliativo, mas o que vem a resolver mesmo o nosso problema é realmente a aprovação dessa PEC pra que possa dar um fôlego aos municípios”, finalizou.

Bahia Noticias

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Prefeito de Iuiu e Diretor da UPB mostra frustração com falta de apoio por PEC de redução de alíquota do INSS.

Data de Publicação: 30/03/2023

Prefeito de Iuiu e Diretor da UPB mostra frustração com falta de apoio por PEC de redução de alíquota do INSS.

A 24ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios foi oficialmente aberta, na terça-feira (29), pelo vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, mas o clima é de  frustação.

Em entrevista ao Bahia Notícias, o prefeito de Iuiu e diretor da União dos Municípios da Bahia (UPB), Reinalldo Góes, disse que a proposta não recebeu o apoio que merecia da maior entidade municpalista do país, a Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

Na pauta da comitiva baiana, os prefeitos colocaram o avanço da PEC 14/2022, a que reduz a alíquota do INSS cobrada das prefeituras. Góes explicou que ela não foi abraçada como os prefeitos esperavam.

Em entrevista ao Bahia Notícias, o diretor da União dos Municípios da Bahia (UPB) e prefeito de Iuiú, no Sudoeste, Reinalldo Góes, declarou que a proposta não recebeu o apoio que merecia da maior entidade municpalista do país, a Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

“Infelizmente, até agora, a gente não vê a CNM priorizar a nossa pauta, a pauta dos municípios da Bahia e do Nordeste, que é a PEC 14. Isso é uma necessidade urgente. É uma questão de sobrevivência para os municípios e nós prefeitos, nós da diretoria executiva da UPB, a gente vem batendo nessa tecla junto com o nosso presidente Quinho, mas até o momento a gente não percebe a CNM se engajar por essa causa”, lamentou ao BN.

Góes disse que apesar do que foi relatado, os prefeitos têm recebido apoio de senadores, como Jaques Wagner (PT) e de outros congressistas para que a proposta seja aceita. Góes disse ainda que as prefeituras já não podem esperar, devido à situação previdenciária, que os obriga a acumular dívidas.

Uma alternativa seria a proposta de renegociação de dívidas, um novo Refis [Programa de Recuperação Fiscal], proposto pelo governo Lula. Mas a medida, para o diretor da UPB, não seria tão impactante como a PEC 14. “É importante, é um paliativo, mas o que vem a resolver mesmo o nosso problema é realmente a aprovação dessa PEC pra que possa dar um fôlego aos municípios”, finalizou.

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