Uma bebê recém-nascida faleceu na tarde desta quarta-feira (28) no Hospital Municipal São Geraldo, em Malhada, no sudoeste da Bahia, enquanto aguardava transferência para uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal. A criança tinha apenas um dia de vida.
O nascimento ocorreu na noite de terça-feira (27). Desde as primeiras horas após o parto, a recém-nascida apresentava um quadro clínico grave, exigindo cuidados especializados em uma unidade hospitalar com suporte neonatal avançado. A transferência estava prevista para o Hospital Geral de Guanambi, referência regional nesse tipo de atendimento.
A mãe da criança, Larissa Moreira dos Santos, de 21 anos, residente no distrito quilombola de Parateca, chegou a fazer um apelo público pela regulação da vaga, demonstrando preocupação com a demora no encaminhamento.
De acordo com as informações apuradas, a equipe médica do hospital de Malhada solicitou a regulação logo após o nascimento. Diante da gravidade da situação, a Central Estadual de Regulação autorizou o procedimento conhecido como “vaga zero” para a UTI neonatal do Hospital Geral de Guanambi, mecanismo utilizado em situações emergenciais.
Mesmo com a autorização, a transferência não foi efetivada a tempo. Uma ambulância de Suporte Avançado chegou a se dirigir à unidade hospitalar, porém, ao chegar ao local, a bebê já havia evoluído para óbito, que foi constatado antes do início do transporte.
Ainda segundo relatos, houve inicialmente dificuldade quanto ao recebimento da paciente pelo hospital de destino. Com a liberação da vaga zero, no entanto, o acolhimento torna-se obrigatório, conforme estabelecem os protocolos do Sistema Único de Saúde (SUS).
Por Clóvis Junior – MTBE: 7281/BA
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A mãe da criança, Larissa Moreira dos Santos, de 21 anos, residente no distrito quilombola de Parateca, chegou a fazer um apelo público pela regulação da vaga, demonstrando preocupação com a demora no encaminhamento.
De acordo com as informações apuradas, a equipe médica do hospital de Malhada solicitou a regulação logo após o nascimento. Diante da gravidade da situação, a Central Estadual de Regulação autorizou o procedimento conhecido como “vaga zero” para a UTI neonatal do Hospital Geral de Guanambi, mecanismo utilizado em situações emergenciais.
Mesmo com a autorização, a transferência não foi efetivada a tempo. Uma ambulância de Suporte Avançado chegou a se dirigir à unidade hospitalar, porém, ao chegar ao local, a bebê já havia evoluído para óbito, que foi constatado antes do início do transporte.
Ainda segundo relatos, houve inicialmente dificuldade quanto ao recebimento da paciente pelo hospital de destino. Com a liberação da vaga zero, no entanto, o acolhimento torna-se obrigatório, conforme estabelecem os protocolos do Sistema Único de Saúde (SUS).
Por Clóvis Junior – MTBE: 7281/BA
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