X

Fale Conosco:

Aguarde, enviando contato!
array(19) { ["post_id"]=> string(5) "45363" ["post_date"]=> string(19) "2026-05-19 14:40:00" ["post_title"]=> string(108) "Pílula para tratar ronco tem eficácia parcial comprovada em novo teste; aprovação é esperada para 2027." ["post_content"]=> string(2157) "

Um novo teste clínico da AD109 divulgado nesta segunda-feira (18) mostrou a eficácia parcial do primeiro medicamento oral criado para combater a apneia do sono, transtorno relacionado ao ronco. Após registrar essa primeira eficácia, a aprovação de mercado pode ocorrer em 2027, conforme divulgou os pesquisadores responsáveis pelo caso.

O ensaio clínico contou  com 646 participantes acompanhados por seis meses. Os trabalhos foram realizados por cientistas da Universidade de Pittsburgh (EUA) e da Apnimed, a empresa que desenvolveu o fármaco.

"O estudo demonstrou melhorias significativas na obstrução das vias aéreas e na oxigenação em participantes com apneia obstrutiva do sono leve a grave", afirmaram os cientistas.

"Considerando as limitações das terapias atuais, o AD109 pode preencher a lacuna de uma grande necessidade médica, oferecendo aos pacientes um tratamento farmacológico direcionado à disfunção neuromuscular por trás da patogênese da apneia”, completaram.

De acordo com O GLOBO, a AD109 registrou uma redução do principal sintoma da doença, as interrupções de respiração, em 44% dos voluntários, contra 17% no grupo que tomou placebo. A diferença foi maior do que a obtida no trabalho anterior, menos detalhado, onde a eficácia tinha sido de 53% contra 6% do placebo.

No entanto, a adesão ao medicamento foi um pouco difícil, já que um quinto dos pacientes não conseguiu tolerar o tratamento. Entre as principais adversidades causadas estão enjoo, insônia, e dificuldade para urinar. Entretanto, não houve relato de efeitos colaterais graves. Entre quem persistiu, de todo modo, a taxa de remissão total da doença chegou a 22%.

Após a divulgação dos novos números, a empresa responsável pelo produto pediu o registro do AD109 na FDA, o órgão regulador de fármacos nos EUA.

Bahia Notícias

" ["post_views"]=> string(2) "81" ["post_cover__"]=> NULL ["post_category"]=> string(2) "14" ["post_lastview"]=> string(19) "2026-05-19 23:43:32" ["post_name"]=> string(101) "pilula-para-tratar-ronco-tem-eficacia-parcial-comprovada-em-novo-teste-aprovacao-e-esperada-para-2027" ["post_subtitle"]=> NULL ["post_video"]=> NULL ["post_author"]=> string(1) "2" ["post_category_parent"]=> NULL ["post_status"]=> string(1) "1" ["post_type"]=> string(4) "post" ["post_instant_article"]=> NULL ["post_amp"]=> NULL ["post_tags"]=> NULL ["post_cover"]=> string(131) "images/2026/05/pilula-para-tratar-ronco-tem-eficacia-parcial-comprovada-em-novo-teste-aprovacao-e-esperada-para-2027-1779212584.jpg" }

Pílula para tratar ronco tem eficácia parcial comprovada em novo teste; aprovação é esperada para 2027.

Data de Publicação: 19/05/2026

Pílula para tratar ronco tem eficácia parcial comprovada em novo teste; aprovação é esperada para 2027.

Um novo teste clínico da AD109 divulgado nesta segunda-feira (18) mostrou a eficácia parcial do primeiro medicamento oral criado para combater a apneia do sono, transtorno relacionado ao ronco. Após registrar essa primeira eficácia, a aprovação de mercado pode ocorrer em 2027, conforme divulgou os pesquisadores responsáveis pelo caso.

O ensaio clínico contou  com 646 participantes acompanhados por seis meses. Os trabalhos foram realizados por cientistas da Universidade de Pittsburgh (EUA) e da Apnimed, a empresa que desenvolveu o fármaco.

"O estudo demonstrou melhorias significativas na obstrução das vias aéreas e na oxigenação em participantes com apneia obstrutiva do sono leve a grave", afirmaram os cientistas.

"Considerando as limitações das terapias atuais, o AD109 pode preencher a lacuna de uma grande necessidade médica, oferecendo aos pacientes um tratamento farmacológico direcionado à disfunção neuromuscular por trás da patogênese da apneia”, completaram.

De acordo com O GLOBO, a AD109 registrou uma redução do principal sintoma da doença, as interrupções de respiração, em 44% dos voluntários, contra 17% no grupo que tomou placebo. A diferença foi maior do que a obtida no trabalho anterior, menos detalhado, onde a eficácia tinha sido de 53% contra 6% do placebo.

No entanto, a adesão ao medicamento foi um pouco difícil, já que um quinto dos pacientes não conseguiu tolerar o tratamento. Entre as principais adversidades causadas estão enjoo, insônia, e dificuldade para urinar. Entretanto, não houve relato de efeitos colaterais graves. Entre quem persistiu, de todo modo, a taxa de remissão total da doença chegou a 22%.

Após a divulgação dos novos números, a empresa responsável pelo produto pediu o registro do AD109 na FDA, o órgão regulador de fármacos nos EUA.

Bahia Notícias

Emitindo

Aguarde!