Pacientes atendidos no Hospital Geral de Guanambi (HGG), no sudoeste da Bahia, têm enfrentado dificuldades devido à superlotação da unidade. Imagens encaminhadas à imprensa mostram pessoas internadas em macas posicionadas nos corredores do hospital enquanto aguardam atendimento ou a realização de procedimentos cirúrgicos.
A unidade é referência para cerca de 40 municípios da microrregião, o que contribui para o grande fluxo de pacientes e para a pressão sobre a estrutura hospitalar. Segundo relatos de acompanhantes, a falta de leitos tem levado parte dos pacientes a permanecer nos corredores enquanto aguardam vagas nas enfermarias.
Além da superlotação, familiares também apontam demora na realização de cirurgias bucomaxilofaciais, que estariam aguardando a chegada de materiais específicos vindos de Salvador. De acordo com as informações repassadas à reportagem, alguns pacientes seguem internados há vários dias aguardando o procedimento.
Em um dos casos, um paciente estaria prestes a completar 15 dias de espera pela cirurgia. Outro já teria permanecido nove dias internado aguardando a realização do procedimento, situação que, segundo relatos, estaria relacionada justamente à ausência de materiais necessários.
Acompanhantes também relatam insatisfação com a forma como alguns atendimentos são conduzidos dentro da unidade, afirmando que gostariam de ver mais atenção e acolhimento por parte de profissionais durante o período de internação.
Diante da situação, pacientes e familiares pedem providências do governo do estado e cobram melhorias na estrutura hospitalar e na oferta de atendimento humanizado. Eles defendem que sejam adotadas medidas para reduzir o tempo de espera e melhorar as condições de quem precisa permanecer internado.
A reportagem buscou um posicionamento da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) sobre as reclamações envolvendo o hospital. Até o momento, não houve retorno oficial. O espaço permanece aberto para manifestação do órgão.
Por Clóvis Junior – MTBE: 7281/BA
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A unidade é referência para cerca de 40 municípios da microrregião, o que contribui para o grande fluxo de pacientes e para a pressão sobre a estrutura hospitalar. Segundo relatos de acompanhantes, a falta de leitos tem levado parte dos pacientes a permanecer nos corredores enquanto aguardam vagas nas enfermarias.
Além da superlotação, familiares também apontam demora na realização de cirurgias bucomaxilofaciais, que estariam aguardando a chegada de materiais específicos vindos de Salvador. De acordo com as informações repassadas à reportagem, alguns pacientes seguem internados há vários dias aguardando o procedimento.
Em um dos casos, um paciente estaria prestes a completar 15 dias de espera pela cirurgia. Outro já teria permanecido nove dias internado aguardando a realização do procedimento, situação que, segundo relatos, estaria relacionada justamente à ausência de materiais necessários.
Acompanhantes também relatam insatisfação com a forma como alguns atendimentos são conduzidos dentro da unidade, afirmando que gostariam de ver mais atenção e acolhimento por parte de profissionais durante o período de internação.
Diante da situação, pacientes e familiares pedem providências do governo do estado e cobram melhorias na estrutura hospitalar e na oferta de atendimento humanizado. Eles defendem que sejam adotadas medidas para reduzir o tempo de espera e melhorar as condições de quem precisa permanecer internado.
A reportagem buscou um posicionamento da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) sobre as reclamações envolvendo o hospital. Até o momento, não houve retorno oficial. O espaço permanece aberto para manifestação do órgão.
Por Clóvis Junior – MTBE: 7281/BA
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