Após serem acionados por populares e moradores locais, fiscais da Secretaria de Meio Ambiente de Guanambi estiveram, na manhã desta quinta-feira (7), na Barragem do Poço do Magro para averiguação de responsabilidades, identificação de autores e tomada das devidas providências legais diante do desmatamento de vegetação às margens do reservatório.
Durante reunião no escritório local da Codevasf, com a presença da equipe de fiscalização e do chefe de gabinete Wellington Ney Novais, que responde interinamente pelos atos administrativos da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, foi reafirmado que a área desmatada é uma APP (Área de Preservação Permanente). O desmatamento em Áreas de Preservação Permanente é considerado crime ambiental, sujeito a pena de detenção de um a três anos, multa, ou ambas as sanções.
As APPs são áreas sensíveis, como margens de rios, barragens, nascentes, encostas e topos de morro, protegidas para garantir a manutenção dos recursos hídricos e da biodiversidade.
Nos registros fotográficos feitos pela engenheira ambiental Jorgiane Gomes e o fiscal João Leonardo constatou-se que árvores inteiras nas margens da barragem foram arrancadas pela raiz por maquinário pesado. “Fizemos o registro oficial para fins legais e a adoção das providências cabíveis”, frisou o diretor do Departamento de Fiscalização Ambiental da pasta, José Cláudio Malheiros.
Fonte: ASCOM
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Durante reunião no escritório local da Codevasf, com a presença da equipe de fiscalização e do chefe de gabinete Wellington Ney Novais, que responde interinamente pelos atos administrativos da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, foi reafirmado que a área desmatada é uma APP (Área de Preservação Permanente). O desmatamento em Áreas de Preservação Permanente é considerado crime ambiental, sujeito a pena de detenção de um a três anos, multa, ou ambas as sanções.
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Nos registros fotográficos feitos pela engenheira ambiental Jorgiane Gomes e o fiscal João Leonardo constatou-se que árvores inteiras nas margens da barragem foram arrancadas pela raiz por maquinário pesado. “Fizemos o registro oficial para fins legais e a adoção das providências cabíveis”, frisou o diretor do Departamento de Fiscalização Ambiental da pasta, José Cláudio Malheiros.
Fonte: ASCOM
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