A história da zootecnista Jaine Santana mostra que grandes sonhos podem nascer das oportunidades mais improváveis. Moradora da zona rural de Guanambi, ela transformou uma simples cabra recebida como pagamento em um negócio de sucesso, levando o nome do município ao cenário dos queijos artesanais premiados da Bahia e do Nordeste.
Tudo começou em 2020, logo após Jaine concluir o curso técnico em zootecnia no Instituto Federal Baiano. Na época, ela decidiu deixar o emprego em uma fazenda da região, mas, sem carteira assinada, recebeu como forma de pagamento uma cabra, que ganhou o nome de Safira. O que poderia ser encarado apenas como uma situação inusitada acabou despertando uma ideia transformadora.
Mesmo achando inicialmente que produzir queijo de leite de cabra seria algo difícil de dar certo em Guanambi, Jaine resolveu apostar no potencial do produto. Incentivada pela sogra, que já trabalhava com derivados do leite bovino, ela buscou capacitação no Senar e no Sebrae para aperfeiçoar técnicas de produção artesanal.
Com dedicação, estudo e criatividade, nasceu a JM Queijos Artesanais. Utilizando o leite produzido por Safira, Jaine começou a desenvolver receitas próprias e rapidamente chamou atenção pela qualidade dos produtos.
O reconhecimento veio em grande estilo. Em 2023, o queijo coalho produzido pela marca conquistou a medalha “Super Ouro” durante o Encontro Nordestino do Setor de Leite e Derivados (Enel), um dos mais importantes eventos do segmento. No ano seguinte, a produtora voltou a se destacar no 1º Concurso do Queijo Artesanal da Bahia, realizado em Salvador, conquistando medalha de ouro com um iogurte de tamarindo, prata com queijo coalho caprino e bronze com um queijo trufado com doce de umbu.
Atualmente, a produção já envolve toda a família. Além de Safira, o rebanho cresceu e ganhou novas integrantes: Sabrina, Amora, Valéria, Dinha, Pequena e Pretinha. Na propriedade rural onde vivem, Jaine, o marido e o filho cuidam diariamente dos animais e da fabricação dos produtos.
Com olhar empreendedor e paixão pelo que faz, Jaine segue trabalhando para ampliar e regularizar ainda mais a produção, mostrando que o sertão baiano também é terra de inovação, talento e sabores capazes de conquistar o Brasil inteiro.
Por Clóvis Junior – MTBE: 7281/BA
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Tudo começou em 2020, logo após Jaine concluir o curso técnico em zootecnia no Instituto Federal Baiano. Na época, ela decidiu deixar o emprego em uma fazenda da região, mas, sem carteira assinada, recebeu como forma de pagamento uma cabra, que ganhou o nome de Safira. O que poderia ser encarado apenas como uma situação inusitada acabou despertando uma ideia transformadora.
Mesmo achando inicialmente que produzir queijo de leite de cabra seria algo difícil de dar certo em Guanambi, Jaine resolveu apostar no potencial do produto. Incentivada pela sogra, que já trabalhava com derivados do leite bovino, ela buscou capacitação no Senar e no Sebrae para aperfeiçoar técnicas de produção artesanal.
Com dedicação, estudo e criatividade, nasceu a JM Queijos Artesanais. Utilizando o leite produzido por Safira, Jaine começou a desenvolver receitas próprias e rapidamente chamou atenção pela qualidade dos produtos.
O reconhecimento veio em grande estilo. Em 2023, o queijo coalho produzido pela marca conquistou a medalha “Super Ouro” durante o Encontro Nordestino do Setor de Leite e Derivados (Enel), um dos mais importantes eventos do segmento. No ano seguinte, a produtora voltou a se destacar no 1º Concurso do Queijo Artesanal da Bahia, realizado em Salvador, conquistando medalha de ouro com um iogurte de tamarindo, prata com queijo coalho caprino e bronze com um queijo trufado com doce de umbu.
Atualmente, a produção já envolve toda a família. Além de Safira, o rebanho cresceu e ganhou novas integrantes: Sabrina, Amora, Valéria, Dinha, Pequena e Pretinha. Na propriedade rural onde vivem, Jaine, o marido e o filho cuidam diariamente dos animais e da fabricação dos produtos.
Com olhar empreendedor e paixão pelo que faz, Jaine segue trabalhando para ampliar e regularizar ainda mais a produção, mostrando que o sertão baiano também é terra de inovação, talento e sabores capazes de conquistar o Brasil inteiro.
Por Clóvis Junior – MTBE: 7281/BA
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