O Ministério da Saúde confirmou a primeira morte por varíola dos macacos no Brasil. Trata-se de uma pessoa de Uberlândia, em Minas Gerais.
Segundo autoridades do Ministério da Saúde ouvidas pela Folha de São Paulo, trata-se de um homem de 41 anos, portador de comorbidades e imunossuprimido.
Até esta quinta (28), o Brasil já registrava 1.066 diagnósticos confirmados da doença, conforme o Ministério da Saúde. A pasta também anunciou a criação de um comitê de emergência para a varíola dos macacos.
A doença é disseminada principalmente ao tocar as lesões na pele que os pacientes apresentam. No surto atual, pesquisas já mostram que a propagação da doença ocorre durante atividades sexuais.
A principal forma de prevenção é o isolamento de pacientes com a monkeypox para evitar que outras pessoas tenham contato com os doentes. A vacinação em grupos prioritários e em pessoas que tiveram contato recente com os doentes também são medidas importantes para se proteger da doença.
Até o momento, o Brasil não conta com os imunizantes. O país, por meio da Opas (Organização Pan-Americana da Saúde), espera conseguir as vacinas com a finalidade de vacinar grupos de maior risco, como profissionais da saúde que têm contato direto com o vírus.
Raquel Lopes/Folhapress
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Até esta quinta (28), o Brasil já registrava 1.066 diagnósticos confirmados da doença, conforme o Ministério da Saúde. A pasta também anunciou a criação de um comitê de emergência para a varíola dos macacos.
A doença é disseminada principalmente ao tocar as lesões na pele que os pacientes apresentam. No surto atual, pesquisas já mostram que a propagação da doença ocorre durante atividades sexuais.
A principal forma de prevenção é o isolamento de pacientes com a monkeypox para evitar que outras pessoas tenham contato com os doentes. A vacinação em grupos prioritários e em pessoas que tiveram contato recente com os doentes também são medidas importantes para se proteger da doença.
Até o momento, o Brasil não conta com os imunizantes. O país, por meio da Opas (Organização Pan-Americana da Saúde), espera conseguir as vacinas com a finalidade de vacinar grupos de maior risco, como profissionais da saúde que têm contato direto com o vírus.
Raquel Lopes/Folhapress
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