MALHADA – Plantação indicando um bom período de colheita. É assim que os pequenos produtores da região do Médio São Francisco avistam a área de plantação de soja.
A região registra historicamente curtos períodos chuvosos, com até 1.000 milímetros de precipitações pluviométricas anuais. Mas mesmo assim, os produtores não perdem a fé em dias melhores.
O fator que vem favorecendo essa esperança é a disponibilidade de água do rio São Francisco e dos lençóis freáticos, que chegam a dar poços artesianos de até 50 mil litros de vazão por hora, em apenas 30 metros de profundidade.
Nos municípios de Malhada, Serra do Ramalho, Sitio do Mato e Carinhanha, a equipe do Programa Fitossanitário da Soja, ligado à Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) realizou visitas técnicas para levantamento das áreas pioneiras, de irrigação de soja, entre o oeste e sudoeste baiano.
Graças ao projeto a maioria dos produtores já estão na primeira fase da safra e os dados vem apontando boas perspectivas para o futuro.
Adriano Barbosa, pequeno produtor da região está muito satisfeito com o trabalho desenvolvido pelo projeto de Fitossanitário da Soja e com a Associação de agricultores da Bahia, pois a consultoria foi primordial para potencializar sua produção.
“Eu plantei 30 hectares de soja em Malhada e em Carinhanha plantei 100 hectares. Eu já colhi tudo, agora vou plantar milho e pimenta, declarou.
O coordenador do Programa Fitossanitário da Soja, Armando Sá destacou que a colheita ocorria mais na região Oeste do estado e com um custo de produção maior. “Houve produtor que chegou a colher 82 sacas de soja por hectare, em área irrigada. Outros conseguiram um pouco menos, mas, no geral, é um resultado muito bom, porque nessa área o custo de produção é mais baixo do que no oeste. A região demonstra grande potencial para aumento de produção de soja irrigada”, concluiu.
Devido o resultado positivo da interação entre técnicos e produtores rurais, foi estabelecido acordo para a criação de um núcleo, que coordene o setor produtivo regional e promova treinamentos para as equipes das propriedades. Os interessados devem procurar o Programa Fitossanitário da Soja, da Aiba.
EDIÇÃO: TARCÍSIO ARCANJO
" ["post_views"]=> string(3) "659" ["post_cover__"]=> NULL ["post_category"]=> string(1) "2" ["post_lastview"]=> string(19) "2026-08-29 16:55:36" ["post_name"]=> string(53) "malhada-e-carinhanha-apresentam-potencial-para-a-soja" ["post_subtitle"]=> NULL ["post_video"]=> NULL ["post_author"]=> string(1) "2" ["post_category_parent"]=> NULL ["post_status"]=> string(1) "1" ["post_type"]=> string(4) "post" ["post_instant_article"]=> NULL ["post_amp"]=> NULL ["post_tags"]=> NULL ["post_cover"]=> string(84) "images/2021/04/malhada-e-carinhanha-apresentam-potencial-para-a-soja-1619115689.jpeg" }MALHADA – Plantação indicando um bom período de colheita. É assim que os pequenos produtores da região do Médio São Francisco avistam a área de plantação de soja.
A região registra historicamente curtos períodos chuvosos, com até 1.000 milímetros de precipitações pluviométricas anuais. Mas mesmo assim, os produtores não perdem a fé em dias melhores.
O fator que vem favorecendo essa esperança é a disponibilidade de água do rio São Francisco e dos lençóis freáticos, que chegam a dar poços artesianos de até 50 mil litros de vazão por hora, em apenas 30 metros de profundidade.
Nos municípios de Malhada, Serra do Ramalho, Sitio do Mato e Carinhanha, a equipe do Programa Fitossanitário da Soja, ligado à Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) realizou visitas técnicas para levantamento das áreas pioneiras, de irrigação de soja, entre o oeste e sudoeste baiano.
Graças ao projeto a maioria dos produtores já estão na primeira fase da safra e os dados vem apontando boas perspectivas para o futuro.
Adriano Barbosa, pequeno produtor da região está muito satisfeito com o trabalho desenvolvido pelo projeto de Fitossanitário da Soja e com a Associação de agricultores da Bahia, pois a consultoria foi primordial para potencializar sua produção.
“Eu plantei 30 hectares de soja em Malhada e em Carinhanha plantei 100 hectares. Eu já colhi tudo, agora vou plantar milho e pimenta, declarou.
O coordenador do Programa Fitossanitário da Soja, Armando Sá destacou que a colheita ocorria mais na região Oeste do estado e com um custo de produção maior. “Houve produtor que chegou a colher 82 sacas de soja por hectare, em área irrigada. Outros conseguiram um pouco menos, mas, no geral, é um resultado muito bom, porque nessa área o custo de produção é mais baixo do que no oeste. A região demonstra grande potencial para aumento de produção de soja irrigada”, concluiu.
Devido o resultado positivo da interação entre técnicos e produtores rurais, foi estabelecido acordo para a criação de um núcleo, que coordene o setor produtivo regional e promova treinamentos para as equipes das propriedades. Os interessados devem procurar o Programa Fitossanitário da Soja, da Aiba.
EDIÇÃO: TARCÍSIO ARCANJO
Aguarde!