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Duas mulheres foram presas suspeitas de provocar a morte de um irmão delas depois de desligar os aparelhos que mantinham o homem vivo no Hospital Regional de Guanambi.

De acordo com o Boletim de Ocorrência, as suspeitas teriam contado em depoimento que agiram após receber uma mensagem de Deus em uma oração. O caso ocorreu na sexta-feira (25). A vítima foi identificada como Almiro Pereira Neves, de 43 anos, e as irmãs são Zelita Pereira Neves, de 32 anos, e Marliete Pereira Neves, de 41 anos.

Ainda segundo o registro na delegacia, as duas mulheres invadiram a enfermaria para cometer o crime e só foram vistas depois que tinham desligado os aparelhos. Elas foram detidas ainda no hospital pela Polícia Militar.

Após a abordagem policial, as suspeitas e um outro irmão, que também estava no hospital, foram levados para a delegacia da cidade, mas só Marliete e Zelita permanecem presas. Ainda conforme a ocorrência, um pastor de uma igreja evangélica que teria participado da oração e foi apontado pelas suspeitas em depoimento é procurado.

Conforme consta na ocorrência policial, as detidas depois de invadirem a enfermaria, apagaram a luz, se dirigiram ao leito 33, onde se encontrava o irmão e desligaram todos os aparelhos. Quando a enfermeira de plantão entrou, a senhora Zelita estava esmurrando o tórax de Almiro, enquanto a senhora Marliete segurava sua cabeça. Em depoimento à um agente da Polícia Civil, uma testemunha confirmou a versão apresentada pela enfermeira.

Outras informações colhidas no local também dão conta de que antes da invasão, as apresentadas estavam orando na parte externa do Hospital em companhia de um pastor, que ainda não fora identificado. Neste momento, as evangélicas teriam tido uma “visão” e, conforme as irmãs acusadas afirmaram à guarnição da PM, o referido pastor foi quem teria ordenado o desligamento dos aparelhos.

O caso está sob investigação da Polícia Civil.

O corpo de Almiro Pereira foi levado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT).

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Irmãs são presas após desligarem aparelho que ajudava irmão ficar vivo no Hospital Regional.

Data de Publicação: 28/10/2019

Irmãs são presas após desligarem aparelho que ajudava irmão ficar vivo no Hospital Regional.

Duas mulheres foram presas suspeitas de provocar a morte de um irmão delas depois de desligar os aparelhos que mantinham o homem vivo no Hospital Regional de Guanambi.

De acordo com o Boletim de Ocorrência, as suspeitas teriam contado em depoimento que agiram após receber uma mensagem de Deus em uma oração. O caso ocorreu na sexta-feira (25). A vítima foi identificada como Almiro Pereira Neves, de 43 anos, e as irmãs são Zelita Pereira Neves, de 32 anos, e Marliete Pereira Neves, de 41 anos.

Ainda segundo o registro na delegacia, as duas mulheres invadiram a enfermaria para cometer o crime e só foram vistas depois que tinham desligado os aparelhos. Elas foram detidas ainda no hospital pela Polícia Militar.

Após a abordagem policial, as suspeitas e um outro irmão, que também estava no hospital, foram levados para a delegacia da cidade, mas só Marliete e Zelita permanecem presas. Ainda conforme a ocorrência, um pastor de uma igreja evangélica que teria participado da oração e foi apontado pelas suspeitas em depoimento é procurado.

Conforme consta na ocorrência policial, as detidas depois de invadirem a enfermaria, apagaram a luz, se dirigiram ao leito 33, onde se encontrava o irmão e desligaram todos os aparelhos. Quando a enfermeira de plantão entrou, a senhora Zelita estava esmurrando o tórax de Almiro, enquanto a senhora Marliete segurava sua cabeça. Em depoimento à um agente da Polícia Civil, uma testemunha confirmou a versão apresentada pela enfermeira.

Outras informações colhidas no local também dão conta de que antes da invasão, as apresentadas estavam orando na parte externa do Hospital em companhia de um pastor, que ainda não fora identificado. Neste momento, as evangélicas teriam tido uma “visão” e, conforme as irmãs acusadas afirmaram à guarnição da PM, o referido pastor foi quem teria ordenado o desligamento dos aparelhos.

O caso está sob investigação da Polícia Civil.

O corpo de Almiro Pereira foi levado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT).

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