X

Fale Conosco:

Aguarde, enviando contato!
array(19) { ["post_id"]=> string(4) "7130" ["post_date"]=> string(19) "2009-05-25 00:00:00" ["post_title"]=> string(40) "Geddel não descarta ser vice de Wagner." ["post_content"]=> string(2015) "
Podem até me chamar de maluco, mas andei sabendo que, apesar de todas as rusgas, o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, não descarta a possibilidade de vir a ser candidato a vice-governador numa chapa encabeçada pelo governador Jaques Wagner (PT). Em conversas reservadas, que não assume de público, o ministro tem dito que esta é uma das possibilidades que estão postas na mesa, embora ainda não tenha sido convidado ou sequer sondado pelo governador para integrar a chapa da reeleição. Uma das considerações feitas no sentido de fortalecer esta hipótese é que tal chapa seria muito forte - quase imbatível, sob o ponto de vista da atual situação política - e atenderia aos apelos feitos pelo presidente Lula e pela direção nacional do PT, pela manutenção das alianças entre as duas principais legendas da base aliada. E Geddel, pela sua trajetória, ainda tem tempo para aguardar ser candidato a inquilino do Palácio de Ondina, seu maior sonho. A questão do momento é que, com a série de encontros regionais que começa neste domingo, em Itapetinga, o nome de Geddel tende a ganhar mais força ainda, no âmbito interno do PMDB, para postular a candidatura ao governo. Não há dúvida de que o clima visto no lançamento dos encontros, na segunda-feira passada (dia 18) em Salvador, será repetido nos eventos que acontecerão em todas as regiões da Bahia, o que deve aumentar o fosso entre PMDB e PT. Mas, como política é a arte de fazer o impossível, ninguém duvide da capacidade de reaglutinação das lideranças, de ambos os lados, envolvidas neste processo. O fato é que, ante a distância que ainda existe em relação às eleições, tudo pode acontecer nesta história. E até lá, muitas possibilidades estarão sendo postas na mesa. E a situação final pode até nem refletir qualquer uma delas, de tal natureza é dinâmico e volúvel o jogo da política. " ["post_views"]=> string(4) "1306" ["post_cover__"]=> string(0) "" ["post_category"]=> string(2) "17" ["post_lastview"]=> string(19) "2026-10-22 07:52:30" ["post_name"]=> string(38) "geddel-nao-descarta-ser-vice-de-wagner" ["post_subtitle"]=> NULL ["post_video"]=> NULL ["post_author"]=> string(1) "1" ["post_category_parent"]=> NULL ["post_status"]=> string(1) "1" ["post_type"]=> NULL ["post_instant_article"]=> NULL ["post_amp"]=> NULL ["post_tags"]=> NULL ["post_cover"]=> string(8) "antigas/" }

Geddel não descarta ser vice de Wagner.

Data de Publicação: 25/05/2009

Geddel não descarta ser vice de Wagner.

Podem até me chamar de maluco, mas andei sabendo que, apesar de todas as rusgas, o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, não descarta a possibilidade de vir a ser candidato a vice-governador numa chapa encabeçada pelo governador Jaques Wagner (PT). Em conversas reservadas, que não assume de público, o ministro tem dito que esta é uma das possibilidades que estão postas na mesa, embora ainda não tenha sido convidado ou sequer sondado pelo governador para integrar a chapa da reeleição. Uma das considerações feitas no sentido de fortalecer esta hipótese é que tal chapa seria muito forte - quase imbatível, sob o ponto de vista da atual situação política - e atenderia aos apelos feitos pelo presidente Lula e pela direção nacional do PT, pela manutenção das alianças entre as duas principais legendas da base aliada. E Geddel, pela sua trajetória, ainda tem tempo para aguardar ser candidato a inquilino do Palácio de Ondina, seu maior sonho. A questão do momento é que, com a série de encontros regionais que começa neste domingo, em Itapetinga, o nome de Geddel tende a ganhar mais força ainda, no âmbito interno do PMDB, para postular a candidatura ao governo. Não há dúvida de que o clima visto no lançamento dos encontros, na segunda-feira passada (dia 18) em Salvador, será repetido nos eventos que acontecerão em todas as regiões da Bahia, o que deve aumentar o fosso entre PMDB e PT. Mas, como política é a arte de fazer o impossível, ninguém duvide da capacidade de reaglutinação das lideranças, de ambos os lados, envolvidas neste processo. O fato é que, ante a distância que ainda existe em relação às eleições, tudo pode acontecer nesta história. E até lá, muitas possibilidades estarão sendo postas na mesa. E a situação final pode até nem refletir qualquer uma delas, de tal natureza é dinâmico e volúvel o jogo da política.

Emitindo

Aguarde!