O senador Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que vai pedir à Justiça a anulação das eleições presidenciais após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) neste domingo (25). O candidato derrotado contestou a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que prorrogou a votação até as 19h, e disse que não reconhece o resultado nas condições em que o pleito ocorreu. “Vamos usar nosso jurídico, vou pedir anulação das eleições”, declarou. “É impossível reconhecer o resultado das eleições no contexto como essas coisas aconteceram.”
Flávio sustentou que a ampliação do horário provocou tratamento desigual entre eleitores, porque parte das seções já havia encerrado a votação quando a determinação foi comunicada. “Houve uma quebra total de isonomia entre os brasileiros de diversos estados e cidades”, afirmou.
A prorrogação foi determinada por Zanin após a campanha de Lula apresentar relatos de dificuldades no transporte público que teriam prejudicado o deslocamento de eleitores. Posteriormente, o ministro esclareceu que a medida deveria ser cumprida nos locais onde as urnas permaneciam abertas. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, transmitiu a orientação aos tribunais regionais.
A própria campanha de Flávio também havia solicitado ao TSE a extensão do horário de votação. Nesse caso, o pedido abrangia municípios de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, sob a justificativa de que fortes chuvas dificultaram o acesso às seções eleitorais. A solicitação era regional, enquanto a decisão de Zanin teve alcance nacional, com aplicação nas seções ainda abertas.
Ao atacar o ministro, Flávio mencionou a atuação anterior de Zanin como advogado de Lula e acusou o magistrado de interferir na competência da Justiça Eleitoral. “O que aconteceu hoje não foi algo normal, foi algo inaceitável”, disse, chamando o fato de "uma sacanagem".
Flávio encerrou o pronunciamento afirmando: “Eu não vou desistir do meu Brasil”.
Com 99,9% das urnas apuradas, Lula tinha 51,79% dos votos válidos, o equivalente a 64.255.891 votos. Flávio Bolsonaro somava 48,21%, com 59.825.984 votos, uma diferença de quase 4,5 milhões de votos.
Por: Correio da Bahia
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Flávio sustentou que a ampliação do horário provocou tratamento desigual entre eleitores, porque parte das seções já havia encerrado a votação quando a determinação foi comunicada. “Houve uma quebra total de isonomia entre os brasileiros de diversos estados e cidades”, afirmou.
A prorrogação foi determinada por Zanin após a campanha de Lula apresentar relatos de dificuldades no transporte público que teriam prejudicado o deslocamento de eleitores. Posteriormente, o ministro esclareceu que a medida deveria ser cumprida nos locais onde as urnas permaneciam abertas. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, transmitiu a orientação aos tribunais regionais.
A própria campanha de Flávio também havia solicitado ao TSE a extensão do horário de votação. Nesse caso, o pedido abrangia municípios de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, sob a justificativa de que fortes chuvas dificultaram o acesso às seções eleitorais. A solicitação era regional, enquanto a decisão de Zanin teve alcance nacional, com aplicação nas seções ainda abertas.
Ao atacar o ministro, Flávio mencionou a atuação anterior de Zanin como advogado de Lula e acusou o magistrado de interferir na competência da Justiça Eleitoral. “O que aconteceu hoje não foi algo normal, foi algo inaceitável”, disse, chamando o fato de "uma sacanagem".
Flávio encerrou o pronunciamento afirmando: “Eu não vou desistir do meu Brasil”.
Com 99,9% das urnas apuradas, Lula tinha 51,79% dos votos válidos, o equivalente a 64.255.891 votos. Flávio Bolsonaro somava 48,21%, com 59.825.984 votos, uma diferença de quase 4,5 milhões de votos.
Por: Correio da Bahia
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