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Sob a supervisão da professora Priscila Drumond, os discentes Norbélia Santos e Izael Caetano apresentaram os resultados de pesquisa feita sobre a Psicologia Jurídica em Guanambi e Espinosa.

A Faculdade Guanambi foi destaque na VI Jornada Baiana de Psicologia Jurídica, realizada em Salvador, no dia 12 de abril. Os alunos Norbélia Santos e Izael Caetano, orientados pela professora Psicila Lins Drumond, apresentaram o trabalho “Psicologia Jurídica em Guanambi e Espinosa: a falta de profissionais especializados e as possibilidades de estágio”.

O trabalho foi fruto das discussões feitas na disciplina Psicologia Jurídica, do curso de Psicologia da FG. Trata-se de um levantamento no sentido de conhecer, nas cidades de origem dos discentes (Guanambi e Espinosa), a atuação de psicólogos jurídicos e instituições e órgãos onde estagiários poderiam atuar na área.

Os acadêmicos visitaram delegacias, casas de detenção, defensorias, promotorias, fóruns e suas respectivas varas e centros de políticas públicas (como CRAS, CREAS e Conselho Tutelar). Nestes espaços procurou-se identificar se haviam psicólogos atuando junto ao Poder Judiciário; a natureza das solicitações; e como os estagiários em Psicologia Jurídica poderiam atuar.

Os resultados da pesquisa apontam que há psicólogos atuantes apenas no CRAS de ambas as cidades, e adicionalmente no CREAS de Guanambi. O Poder Judiciário encaminha solicitações de relatórios psicossociais para estes psicólogos, que respondem dentro do conhecimento possível em suas áreas de atuação, já que nenhum deles é especialista em Psicologia Jurídica.

A pesquisa também apontou para a receptividade quanto a colaboração de estagiários no campo da Psicologia Jurídica. “Esperamos que a presença de estagiários em alguns destes espaços evidencie a importância do psicólogo jurídico e suas possibilidades de atuação, sensibilizando os responsáveis pelas instituições a serem beneficiadas a exigirem com maior convicção sua contratação”, afirma a professora Priscila Lins Drumond.

Segundo a aluna Norbélia Santos, é de extrema importância a inclusão da Psicologia Jurídica na matriz curricular dos cursos de Psicologia, com o objetivo de ofertar, durante a formação do psicólogo, conhecimento e técnicas para atuação no sistema jurídico. “Isso que nos despertou o interesse em buscar os espaços disponíveis para atuação tanto do profissional psicólogo jurídico quanto de estagiários de psicologia”, afirma a estudante. 

 

“Foi uma grande satisfação participar do evento, uma vez que tivemos a oportunidade de atualizarmos um pouco mais nos diferentes assuntos da Psicologia Jurídica. Saímos de lá ainda mais motivados para o curso”, declarou o estudante Izael Alberto Caetano, que também participou da pesquisa. 

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FG é destaque na VI Jornada Baiana de Psicologia Jurídica.

Data de Publicação: 05/05/2014

FG é destaque na VI Jornada Baiana de Psicologia Jurídica.

Sob a supervisão da professora Priscila Drumond, os discentes Norbélia Santos e Izael Caetano apresentaram os resultados de pesquisa feita sobre a Psicologia Jurídica em Guanambi e Espinosa.

A Faculdade Guanambi foi destaque na VI Jornada Baiana de Psicologia Jurídica, realizada em Salvador, no dia 12 de abril. Os alunos Norbélia Santos e Izael Caetano, orientados pela professora Psicila Lins Drumond, apresentaram o trabalho “Psicologia Jurídica em Guanambi e Espinosa: a falta de profissionais especializados e as possibilidades de estágio”.

O trabalho foi fruto das discussões feitas na disciplina Psicologia Jurídica, do curso de Psicologia da FG. Trata-se de um levantamento no sentido de conhecer, nas cidades de origem dos discentes (Guanambi e Espinosa), a atuação de psicólogos jurídicos e instituições e órgãos onde estagiários poderiam atuar na área.

Os acadêmicos visitaram delegacias, casas de detenção, defensorias, promotorias, fóruns e suas respectivas varas e centros de políticas públicas (como CRAS, CREAS e Conselho Tutelar). Nestes espaços procurou-se identificar se haviam psicólogos atuando junto ao Poder Judiciário; a natureza das solicitações; e como os estagiários em Psicologia Jurídica poderiam atuar.

Os resultados da pesquisa apontam que há psicólogos atuantes apenas no CRAS de ambas as cidades, e adicionalmente no CREAS de Guanambi. O Poder Judiciário encaminha solicitações de relatórios psicossociais para estes psicólogos, que respondem dentro do conhecimento possível em suas áreas de atuação, já que nenhum deles é especialista em Psicologia Jurídica.

A pesquisa também apontou para a receptividade quanto a colaboração de estagiários no campo da Psicologia Jurídica. “Esperamos que a presença de estagiários em alguns destes espaços evidencie a importância do psicólogo jurídico e suas possibilidades de atuação, sensibilizando os responsáveis pelas instituições a serem beneficiadas a exigirem com maior convicção sua contratação”, afirma a professora Priscila Lins Drumond.

Segundo a aluna Norbélia Santos, é de extrema importância a inclusão da Psicologia Jurídica na matriz curricular dos cursos de Psicologia, com o objetivo de ofertar, durante a formação do psicólogo, conhecimento e técnicas para atuação no sistema jurídico. “Isso que nos despertou o interesse em buscar os espaços disponíveis para atuação tanto do profissional psicólogo jurídico quanto de estagiários de psicologia”, afirma a estudante. 

 

“Foi uma grande satisfação participar do evento, uma vez que tivemos a oportunidade de atualizarmos um pouco mais nos diferentes assuntos da Psicologia Jurídica. Saímos de lá ainda mais motivados para o curso”, declarou o estudante Izael Alberto Caetano, que também participou da pesquisa. 

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