A família de um jovem de 22 anos, morador de Igaporã, segue mobilizada em busca da transferência imediata para uma unidade especializada após o diagnóstico de Leucemia Linfoblástica Aguda (CID C91.0). Carlos Henrique de Jesus Silva está internado no Hospital Municipal José Olinto Cotrim desde o dia 22 de julho e, segundo os familiares, necessita com urgência de atendimento em um hospital com serviço de Onco-Hematologia.
A situação ganhou grande repercussão nas redes sociais, onde parentes e amigos divulgam campanhas pedindo agilidade na regulação do paciente. De acordo com a família, cada dia de espera pode comprometer o início do tratamento adequado para combater a doença.
Na última terça-feira (28), a Justiça da Comarca de Igaporã determinou que o Estado da Bahia realize a transferência do paciente no prazo máximo de 72 horas para uma unidade hospitalar apta a oferecer o tratamento especializado. A decisão estabelece ainda que, caso não exista vaga disponível na rede pública ou conveniada, o Estado deverá custear a internação em um hospital da rede privada.
A medida judicial foi fundamentada em documentos médicos que apontam que o Hospital Municipal José Olinto Cotrim não dispõe da estrutura necessária para tratar casos de alta complexidade como o de Carlos Henrique. Na decisão, o magistrado destacou que a demora na transferência pode colocar a vida do paciente em risco.
Informações da Central Estadual de Regulação apontam que o jovem apresenta agravamento progressivo do quadro clínico, com perda significativa de peso, dores intensas, episódios de sangramento, equimoses e necessidade frequente de transfusão de plaquetas. Os relatórios médicos reforçam a necessidade de encaminhamento imediato para um centro de referência em Onco-Hematologia.
Enquanto aguardam o cumprimento da determinação judicial, familiares continuam mobilizando a população e apelam às autoridades competentes para que a transferência seja realizada o quanto antes, possibilitando o início do tratamento especializado indispensável para a recuperação do jovem.
Por Clóvis Junior – MTBE: 7281/BA
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Na última terça-feira (28), a Justiça da Comarca de Igaporã determinou que o Estado da Bahia realize a transferência do paciente no prazo máximo de 72 horas para uma unidade hospitalar apta a oferecer o tratamento especializado. A decisão estabelece ainda que, caso não exista vaga disponível na rede pública ou conveniada, o Estado deverá custear a internação em um hospital da rede privada.
A medida judicial foi fundamentada em documentos médicos que apontam que o Hospital Municipal José Olinto Cotrim não dispõe da estrutura necessária para tratar casos de alta complexidade como o de Carlos Henrique. Na decisão, o magistrado destacou que a demora na transferência pode colocar a vida do paciente em risco.
Informações da Central Estadual de Regulação apontam que o jovem apresenta agravamento progressivo do quadro clínico, com perda significativa de peso, dores intensas, episódios de sangramento, equimoses e necessidade frequente de transfusão de plaquetas. Os relatórios médicos reforçam a necessidade de encaminhamento imediato para um centro de referência em Onco-Hematologia.
Enquanto aguardam o cumprimento da determinação judicial, familiares continuam mobilizando a população e apelam às autoridades competentes para que a transferência seja realizada o quanto antes, possibilitando o início do tratamento especializado indispensável para a recuperação do jovem.
Por Clóvis Junior – MTBE: 7281/BA
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