Falta de consumidores e altos preços, transformam comércio local em um grande deserto.
O número crescente de demissões já é um reflexo da crise que começa a impactar o comércio de Guanambi. Considerado o coração da economia local, o setor vem acumulando desligamentos de funcionários, após os resultados das vendas de fim de ano e as projeções, nada animadoras, para 2015.
O motivo alegado pelos comerciantes é a falta de dinheiro, menor renda, falta de consumidores e também a forte concorrência. “Os cliente correm devido aos altos preços” disse o comerciante Marcos Antônio que trabalha na área de eletrônicos.
A crise também preocupa a Federação do Comércio da Bahia (FECOMÉRCIO), que ontem divulgou nota mostrando a sua preocupação com a economia e a política do país, ela afirma que a instabilidade política, o aumento de impostos, as crises hidrícas e energética e a operação Lava Jato é o principal motivo do comércio fraco e da quebradeira no comércio e disse ainda que os comerciantes precisam ficar em estado de alerta.
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O motivo alegado pelos comerciantes é a falta de dinheiro, menor renda, falta de consumidores e também a forte concorrência. “Os cliente correm devido aos altos preços” disse o comerciante Marcos Antônio que trabalha na área de eletrônicos.
A crise também preocupa a Federação do Comércio da Bahia (FECOMÉRCIO), que ontem divulgou nota mostrando a sua preocupação com a economia e a política do país, ela afirma que a instabilidade política, o aumento de impostos, as crises hidrícas e energética e a operação Lava Jato é o principal motivo do comércio fraco e da quebradeira no comércio e disse ainda que os comerciantes precisam ficar em estado de alerta.
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