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A parcela de brasileiros que concorda mais com a frase "quanto menos eu depender do governo, melhor estará minha vida" chegou a 65%, o maior valor da série histórica da matriz ideológica do Datafolha.

A alternativa "quanto mais benefícios do governo eu tiver, melhor estará minha vida" foi escolhida por 31%. Outros 4% não souberam responder.

Na primeira edição da pesquisa, em 2013, as duas posições estavam empatadas: 47% concordavam mais com a menor dependência do governo, e outros 47% adotavam a posição contrária. Os valores se distanciaram de forma consistente com o passar das rodadas feitas pelo instituto em 2013, 2014, 2017 e 2022.

O indicador integra o eixo econômico da matriz ideológica. Ele ajuda a compor, ao lado de perguntas sobre impostos, atuação estatal, leis trabalhistas e investimento, a classificação do entrevistado na escala de pensamento econômico.

A preferência por depender menos do governo chega a 71% entre homens. São 59% das mulheres que pensam da mesma forma.

Na divisão entre regiões, o maior percentual dos que preferem depender menos do governo é aferido no Sudeste, com 70%. O Nordeste tem 38% dos eleitores que acreditam que mais benefícios do governo melhoram a vida, maior valor na classificação regional.

No recorte por intenção de voto presidencial no primeiro turno estimulado, a frase é escolhida por 50% dos eleitores de Lula (PT) e por 79% dos eleitores de Flávio Bolsonaro (PL). A alternativa de que mais benefícios do governo resultam em vida melhor tem 45% entre eleitores do petista e 18% entre os de Flávio.

A escala econômica do Datafolha é formada por seis perguntas. Além da dependência do governo, o instituto mede opiniões sobre intervenção estatal na economia, impostos e serviços públicos, ajuda a grandes empresas nacionais, leis trabalhistas e responsabilidade por investimento no país.

O Datafolha ouviu presencialmente 2.004 eleitores de 16 anos ou mais em 139 municípios, nos dias 17 e 18 de junho de 2026. A margem de erro máxima para o total da amostra é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%. Nos estratos, a margem varia conforme a base. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-09956/2026.

Por Laura Intrieri/Folhapress

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Datafolha: 65% dos brasileiros dizem que depender menos do governo melhora a vida.

Data de Publicação: 04/07/2026

Datafolha: 65% dos brasileiros dizem que depender menos do governo melhora a vida.

A parcela de brasileiros que concorda mais com a frase "quanto menos eu depender do governo, melhor estará minha vida" chegou a 65%, o maior valor da série histórica da matriz ideológica do Datafolha.

A alternativa "quanto mais benefícios do governo eu tiver, melhor estará minha vida" foi escolhida por 31%. Outros 4% não souberam responder.

Na primeira edição da pesquisa, em 2013, as duas posições estavam empatadas: 47% concordavam mais com a menor dependência do governo, e outros 47% adotavam a posição contrária. Os valores se distanciaram de forma consistente com o passar das rodadas feitas pelo instituto em 2013, 2014, 2017 e 2022.

O indicador integra o eixo econômico da matriz ideológica. Ele ajuda a compor, ao lado de perguntas sobre impostos, atuação estatal, leis trabalhistas e investimento, a classificação do entrevistado na escala de pensamento econômico.

A preferência por depender menos do governo chega a 71% entre homens. São 59% das mulheres que pensam da mesma forma.

Na divisão entre regiões, o maior percentual dos que preferem depender menos do governo é aferido no Sudeste, com 70%. O Nordeste tem 38% dos eleitores que acreditam que mais benefícios do governo melhoram a vida, maior valor na classificação regional.

No recorte por intenção de voto presidencial no primeiro turno estimulado, a frase é escolhida por 50% dos eleitores de Lula (PT) e por 79% dos eleitores de Flávio Bolsonaro (PL). A alternativa de que mais benefícios do governo resultam em vida melhor tem 45% entre eleitores do petista e 18% entre os de Flávio.

A escala econômica do Datafolha é formada por seis perguntas. Além da dependência do governo, o instituto mede opiniões sobre intervenção estatal na economia, impostos e serviços públicos, ajuda a grandes empresas nacionais, leis trabalhistas e responsabilidade por investimento no país.

O Datafolha ouviu presencialmente 2.004 eleitores de 16 anos ou mais em 139 municípios, nos dias 17 e 18 de junho de 2026. A margem de erro máxima para o total da amostra é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%. Nos estratos, a margem varia conforme a base. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-09956/2026.

Por Laura Intrieri/Folhapress

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