X

Fale Conosco:

Aguarde, enviando contato!
array(19) { ["post_id"]=> string(5) "29148" ["post_date"]=> string(19) "2020-07-15 17:53:00" ["post_title"]=> string(77) "Covid-19: vacina de Oxford pode ser registrada em junho de 2021, diz reitora." ["post_content"]=> string(2213) "

A reitora da Universidade Federal de São Paulo, Soraia Smaili, afirmou que a vacina contra a Covid-19 desenvolvida pelo Universidade de Oxford, no Reino Unido, poderá ter seu registro liberado em junho de 2021. A fala foi registrada em entrevista à GloboNews.

A vacina está sendo testada no Brasil, com 5 mil voluntários (2 mil em São Paulo, 2 mil na Bahia e mil no Rio de Janeiro). No mundo, cerca de 50 mil pessoas participam dos testes. "Com a quantidade de pessoas que estão recebendo a vacina no mundo, é possível que tenhamos resultados promissores no início do ano que vem e o registro em junho", diz Soraia.

O imunizante produzido por Oxford é considerado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como o que está mais adiantado no mundo. A última etapa dos testes, a Fase 3, teve seu período reduzido de 18 para 12 meses pela universidade.

O atual estágio consiste em fazer testes em larga escala, com dois grupos. Uma parte dos voluntários recebe a vacina, e a outra recebe um placebo. As pessoas não sabem de que grupo fazem parte, e serão acompanhadas por um ano.

"A vacina de Oxford é uma candidata bastante forte e está bem avançada, [mas] é preciso respeitar o tempo do estudo. E precisa ter os resultados, pelo menos, dos 6 primeiros meses, pra saber qual o conjunto dos resultados", explica Smaili.

Atualmente, a OMS contabiliza 163 vacinas sendo testadas contra o coronavírus no mundo. Apenas 23 estão em fase clínica, que é quando elas são testadas em humanos.

Vale lembrar que a vacina da caxumba, a mais rápida a ser criada, levou cerca de quatro anos para ficar pronta. No entanto, os pesquisadores ainda trabalham com outra hipótese, que é a de que uma vacina efetiva e segura nunca seja desenvolvida. Um exemplo de vírus que não tem um imunizante até hoje é o do HIV, que causa Aids. A situação ocorre por conta das constantes mutações do agente.

Bahia Notícias

" ["post_views"]=> string(3) "623" ["post_cover__"]=> NULL ["post_category"]=> string(2) "14" ["post_lastview"]=> string(19) "2026-09-01 11:35:55" ["post_name"]=> string(74) "covid-19-vacina-de-oxford-pode-ser-registrada-em-junho-de-2021-diz-reitora" ["post_subtitle"]=> NULL ["post_video"]=> NULL ["post_author"]=> string(1) "2" ["post_category_parent"]=> NULL ["post_status"]=> string(1) "1" ["post_type"]=> string(4) "post" ["post_instant_article"]=> NULL ["post_amp"]=> NULL ["post_tags"]=> NULL ["post_cover"]=> string(104) "images/2020/07/covid-19-vacina-de-oxford-pode-ser-registrada-em-junho-de-2021-diz-reitora-1594846460.jpg" }

Covid-19: vacina de Oxford pode ser registrada em junho de 2021, diz reitora.

Data de Publicação: 15/07/2020

Covid-19: vacina de Oxford pode ser registrada em junho de 2021, diz reitora.

A reitora da Universidade Federal de São Paulo, Soraia Smaili, afirmou que a vacina contra a Covid-19 desenvolvida pelo Universidade de Oxford, no Reino Unido, poderá ter seu registro liberado em junho de 2021. A fala foi registrada em entrevista à GloboNews.

A vacina está sendo testada no Brasil, com 5 mil voluntários (2 mil em São Paulo, 2 mil na Bahia e mil no Rio de Janeiro). No mundo, cerca de 50 mil pessoas participam dos testes. "Com a quantidade de pessoas que estão recebendo a vacina no mundo, é possível que tenhamos resultados promissores no início do ano que vem e o registro em junho", diz Soraia.

O imunizante produzido por Oxford é considerado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como o que está mais adiantado no mundo. A última etapa dos testes, a Fase 3, teve seu período reduzido de 18 para 12 meses pela universidade.

O atual estágio consiste em fazer testes em larga escala, com dois grupos. Uma parte dos voluntários recebe a vacina, e a outra recebe um placebo. As pessoas não sabem de que grupo fazem parte, e serão acompanhadas por um ano.

"A vacina de Oxford é uma candidata bastante forte e está bem avançada, [mas] é preciso respeitar o tempo do estudo. E precisa ter os resultados, pelo menos, dos 6 primeiros meses, pra saber qual o conjunto dos resultados", explica Smaili.

Atualmente, a OMS contabiliza 163 vacinas sendo testadas contra o coronavírus no mundo. Apenas 23 estão em fase clínica, que é quando elas são testadas em humanos.

Vale lembrar que a vacina da caxumba, a mais rápida a ser criada, levou cerca de quatro anos para ficar pronta. No entanto, os pesquisadores ainda trabalham com outra hipótese, que é a de que uma vacina efetiva e segura nunca seja desenvolvida. Um exemplo de vírus que não tem um imunizante até hoje é o do HIV, que causa Aids. A situação ocorre por conta das constantes mutações do agente.

Bahia Notícias

Emitindo

Aguarde!