X

Fale Conosco:

Aguarde, enviando contato!
array(19) { ["post_id"]=> string(5) "24732" ["post_date"]=> string(19) "2018-11-04 00:00:00" ["post_title"]=> string(72) "Bolsonaro volta a desautorizar equipe econ?mica sobre recria??o da CPMF." ["post_content"]=> string(2364) "

O presidente eleito Jair Bolsonaro desautorizou, mais uma vez, qualquer informação relacionada ao possível plano de criar um imposto semelhante à extinta CPMF. Também conhecida como imposto do cheque, a CPMF cobrava 0,38% sobre qualquer transação financeira da população.

"Desautorizo informações prestadas junto a mídia por qualquer grupo intitulado ‘equipe de Bolsonaro’ especulando sobre os mais variados assuntos, tais como CPMF, previdência, etc.", escreveu Bolsonaro no Twitter.

Em reportagem publicada nesta sexta-feira (2), o jornal O Globo informa que a equipe econômica do presidente eleito pretende criar um novo imposto sobre movimentações financeiras. O objetivo seria substituir a contribuição ao INSS que as empresas recolhem sobre os salários dos funcionários.

De acordo com a publicação, o novo tributo incidiria sobre todas as operações, como saques e transações bancárias. A estimativa é que seria possível arrecadar ao menos R$ 275 bilhões por ano. Apesar do modelo semelhante, o time refuta comparação à CPMF e argumenta que seria uma substituição, não criação de um novo imposto.

Esta não que a equipe econômica é desautorizada por Bolsonaro. Durante a campanha, o futuro ministro da Fazenda e guru econômico de Bolsonaro, Paulo Guedes, defendeu a recriação da CPMF e de um imposto de renda único de 20% para pessoas físicas e jurídicas.

Após repercussão negativa, o presidente eleito desmentiu as informações por meio do Twitter. "Nossa equipe econômica trabalha para redução de carga tributária, desburocratização e desregulamentações. Chega de impostos é o nosso lema", escreveu.

" ["post_views"]=> string(3) "778" ["post_cover__"]=> string(19) "181948201804111.jpg" ["post_category"]=> string(1) "5" ["post_lastview"]=> string(19) "2026-10-20 05:47:34" ["post_name"]=> string(70) "bolsonaro-volta-a-desautorizar-equipe-econ-mica-sobre-recria-o-da-cpmf" ["post_subtitle"]=> NULL ["post_video"]=> NULL ["post_author"]=> string(1) "1" ["post_category_parent"]=> NULL ["post_status"]=> string(1) "1" ["post_type"]=> NULL ["post_instant_article"]=> NULL ["post_amp"]=> NULL ["post_tags"]=> NULL ["post_cover"]=> string(27) "antigas/181948201804111.jpg" }

Bolsonaro volta a desautorizar equipe econ?mica sobre recria??o da CPMF.

Data de Publicação: 04/11/2018

Bolsonaro volta a desautorizar equipe econ?mica sobre recria??o da CPMF.

O presidente eleito Jair Bolsonaro desautorizou, mais uma vez, qualquer informação relacionada ao possível plano de criar um imposto semelhante à extinta CPMF. Também conhecida como imposto do cheque, a CPMF cobrava 0,38% sobre qualquer transação financeira da população.

"Desautorizo informações prestadas junto a mídia por qualquer grupo intitulado ‘equipe de Bolsonaro’ especulando sobre os mais variados assuntos, tais como CPMF, previdência, etc.", escreveu Bolsonaro no Twitter.

Em reportagem publicada nesta sexta-feira (2), o jornal O Globo informa que a equipe econômica do presidente eleito pretende criar um novo imposto sobre movimentações financeiras. O objetivo seria substituir a contribuição ao INSS que as empresas recolhem sobre os salários dos funcionários.

De acordo com a publicação, o novo tributo incidiria sobre todas as operações, como saques e transações bancárias. A estimativa é que seria possível arrecadar ao menos R$ 275 bilhões por ano. Apesar do modelo semelhante, o time refuta comparação à CPMF e argumenta que seria uma substituição, não criação de um novo imposto.

Esta não que a equipe econômica é desautorizada por Bolsonaro. Durante a campanha, o futuro ministro da Fazenda e guru econômico de Bolsonaro, Paulo Guedes, defendeu a recriação da CPMF e de um imposto de renda único de 20% para pessoas físicas e jurídicas.

Após repercussão negativa, o presidente eleito desmentiu as informações por meio do Twitter. "Nossa equipe econômica trabalha para redução de carga tributária, desburocratização e desregulamentações. Chega de impostos é o nosso lema", escreveu.

Emitindo

Aguarde!