A Bahia registrou o primeiro caso da variante XBB.1.16 da Covid- 19, conhecida como como Arcturus. Segundo a Vigilância Epidemiológica da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), trata-se de uma paciente do sexo feminino, de 70 anos, residente em Camaçari, município da Região Metropolitana de Salvador. Ela começou a sentir os sintomas no último dia 6 de abril e faleceu no dia 15 do mesmo mês.
De acordo com informações colhidas durante a investigação do caso, os dados do prontuário hospitalar apontam que a paciente tinha histórico de comorbidades e deu entrada na unidade de saúde em estado gravíssimo, com choque séptico refratário, evoluindo com disfunção de múltiplos órgãos (DMOS), lesão infectada em membro inferior e insuficiência renal crônica. O óbito foi declarado tendo como causa básica a Covid-19.
O primeiro caso da Ômicron XBB. 1.16 da Covid 19 foi registrado em São Paulo. Nos países onde a variante já foi identificada, não foi observado o aumento da gravidade dos casos de Covid-19 que tenha se traduzido por aumento de hospitalizações e óbitos. A XBB.1.16 produz sintomas semelhantes a outras subvariantes, como febre, tosse, dor de garganta e coriza.
Diante da confirmação do caso, a Vigilância Epidemiológica da Sesab desenvolve ações semelhantes àquelas adotadas para as demais variantes: monitoramento dos casos com o sequenciamento das amostras coletadas.
Na Índia em especial, tem sido observada em pacientes com a variante uma frequência elevada de casos de conjuntivite, observados principalmente em crianças. Ainda não existem dados numéricos oficiais que respaldem essa observação, e tal achado parece ter sido ainda relatado em outros países. Segundo a Sesab, a conjuntivite, mesmo como manifestação isolada ou predominante da Covid-19, já foi observada desde o início da pandemia.
Politica Livre
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De acordo com informações colhidas durante a investigação do caso, os dados do prontuário hospitalar apontam que a paciente tinha histórico de comorbidades e deu entrada na unidade de saúde em estado gravíssimo, com choque séptico refratário, evoluindo com disfunção de múltiplos órgãos (DMOS), lesão infectada em membro inferior e insuficiência renal crônica. O óbito foi declarado tendo como causa básica a Covid-19.
O primeiro caso da Ômicron XBB. 1.16 da Covid 19 foi registrado em São Paulo. Nos países onde a variante já foi identificada, não foi observado o aumento da gravidade dos casos de Covid-19 que tenha se traduzido por aumento de hospitalizações e óbitos. A XBB.1.16 produz sintomas semelhantes a outras subvariantes, como febre, tosse, dor de garganta e coriza.
Diante da confirmação do caso, a Vigilância Epidemiológica da Sesab desenvolve ações semelhantes àquelas adotadas para as demais variantes: monitoramento dos casos com o sequenciamento das amostras coletadas.
Na Índia em especial, tem sido observada em pacientes com a variante uma frequência elevada de casos de conjuntivite, observados principalmente em crianças. Ainda não existem dados numéricos oficiais que respaldem essa observação, e tal achado parece ter sido ainda relatado em outros países. Segundo a Sesab, a conjuntivite, mesmo como manifestação isolada ou predominante da Covid-19, já foi observada desde o início da pandemia.
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