Os dois cursos de Medicina existentes em Guanambi apresentaram desempenho considerado satisfatório na mais recente avaliação do Ministério da Educação (MEC). Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (19) e fazem parte do Enamed 2025, exame nacional que mede a qualidade da formação médica no país e utiliza como referência as faixas do Conceito Enade.
O melhor resultado do município foi obtido pelo Centro Universitário FG (UniFG), que alcançou nota 4 — a mais alta entre as instituições privadas da Bahia, empatando com a Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBMSP), em Salvador. Já a Afya Faculdade de Ciências Médicas de Guanambi recebeu nota 3, conceito também classificado como satisfatório pelo MEC.
Além dessas, outras universidades públicas baianas também ficaram na faixa 4, como a Uneb e a Ufba (Salvador), a Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), em Jequié, e a Universidade Federal do Oeste da Bahia (Ufob), em Barreiras.
Destaques máximos no estado
Quatro cursos de Medicina da Bahia alcançaram a nota máxima (5), figurando entre os melhores do país:
Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), em Ilhéus;
Universidade Federal da Bahia (UFBA), campus Vitória da Conquista;
Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), também em Vitória da Conquista;
Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), em Paulo Afonso.
Quase metade dos cursos teve avaliação insatisfatória
Apesar dos bons desempenhos pontuais, o panorama geral da Bahia acende um alerta. Dos 26 cursos de Medicina avaliados no estado, 12 receberam nota 2, considerada insatisfatória pelo MEC. Nenhuma instituição baiana ficou com nota 1, o pior conceito da escala.
Entre os cursos com desempenho abaixo do esperado está o da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), em Teixeira de Freitas. Os demais pertencem a instituições privadas distribuídas por diversas regiões do estado.
Segundo o MEC, graduações que obtêm conceitos 1 ou 2 podem ser submetidas a processos de supervisão, incluindo redução ou bloqueio de vagas, impedimento de expansão e restrições ao acesso a programas federais como Fies e Prouni. As instituições ainda poderão apresentar recursos antes da aplicação de eventuais penalidades.
Por Clóvis Junior – MTBE: 7281/BA
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O melhor resultado do município foi obtido pelo Centro Universitário FG (UniFG), que alcançou nota 4 — a mais alta entre as instituições privadas da Bahia, empatando com a Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBMSP), em Salvador. Já a Afya Faculdade de Ciências Médicas de Guanambi recebeu nota 3, conceito também classificado como satisfatório pelo MEC.
Além dessas, outras universidades públicas baianas também ficaram na faixa 4, como a Uneb e a Ufba (Salvador), a Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), em Jequié, e a Universidade Federal do Oeste da Bahia (Ufob), em Barreiras.
Destaques máximos no estado
Quatro cursos de Medicina da Bahia alcançaram a nota máxima (5), figurando entre os melhores do país:
Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), em Ilhéus;
Universidade Federal da Bahia (UFBA), campus Vitória da Conquista;
Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), também em Vitória da Conquista;
Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), em Paulo Afonso.
Quase metade dos cursos teve avaliação insatisfatória
Apesar dos bons desempenhos pontuais, o panorama geral da Bahia acende um alerta. Dos 26 cursos de Medicina avaliados no estado, 12 receberam nota 2, considerada insatisfatória pelo MEC. Nenhuma instituição baiana ficou com nota 1, o pior conceito da escala.
Entre os cursos com desempenho abaixo do esperado está o da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), em Teixeira de Freitas. Os demais pertencem a instituições privadas distribuídas por diversas regiões do estado.
Segundo o MEC, graduações que obtêm conceitos 1 ou 2 podem ser submetidas a processos de supervisão, incluindo redução ou bloqueio de vagas, impedimento de expansão e restrições ao acesso a programas federais como Fies e Prouni. As instituições ainda poderão apresentar recursos antes da aplicação de eventuais penalidades.
Por Clóvis Junior – MTBE: 7281/BA
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