Estudantes do Colégio Estadual Luís Prisco Viana, em Lagoa Real (BA), desenvolveram um protótipo de estufa agrícola automatizada que utiliza adubação verde e tecnologias de monitoramento para fortalecer a produção de hortaliças na região. O trabalho foi idealizado pelos alunos Mayara Cardoso, Letícia Guanaes e Karllos Avelar, com orientação da professora Izis Pollyanna.
O objetivo do projeto é oferecer aos pequenos produtores uma alternativa viável para melhorar a fertilidade do solo, usar a água de forma mais eficiente e garantir maior produtividade mesmo diante dos desafios característicos do semiárido, como a salinidade e as oscilações climáticas.
Segundo Karllos Avelar, o projeto se destaca pela automação aplicada ao controle interno da estufa. Ele explica que a proposta vai além do manejo manual normalmente adotado na agricultura familiar.
“Criamos um sistema totalmente automatizado e com monitoramento inteligente. Isso reduz a necessidade de intervenção contínua e aumenta a eficiência da produção”, afirma o estudante.
O protótipo foi desenvolvido para minimizar os efeitos do clima e criar condições ideais para o desenvolvimento das plantas. A estrutura conta ainda com um banco de dados agrícola, que sugere ajustes de manejo de acordo com as necessidades específicas de cada espécie cultivada.
Para a estudante Mayara Cardoso, essa ferramenta torna a tecnologia acessível até para quem tem pouca experiência no plantio.
“O sistema auxilia o agricultor na tomada de decisões. Isso ajuda a evitar erros e contribui para uma produção mais alta e mais segura”, destacou.
O projeto demonstra como o uso de soluções tecnológicas simples e de baixo custo pode ampliar a autonomia dos agricultores e fortalecer a produção de alimentos no semiárido baiano.
Por Clóvis Junior – MTBE: 7281/BA
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O objetivo do projeto é oferecer aos pequenos produtores uma alternativa viável para melhorar a fertilidade do solo, usar a água de forma mais eficiente e garantir maior produtividade mesmo diante dos desafios característicos do semiárido, como a salinidade e as oscilações climáticas.
Segundo Karllos Avelar, o projeto se destaca pela automação aplicada ao controle interno da estufa. Ele explica que a proposta vai além do manejo manual normalmente adotado na agricultura familiar.
“Criamos um sistema totalmente automatizado e com monitoramento inteligente. Isso reduz a necessidade de intervenção contínua e aumenta a eficiência da produção”, afirma o estudante.
O protótipo foi desenvolvido para minimizar os efeitos do clima e criar condições ideais para o desenvolvimento das plantas. A estrutura conta ainda com um banco de dados agrícola, que sugere ajustes de manejo de acordo com as necessidades específicas de cada espécie cultivada.
Para a estudante Mayara Cardoso, essa ferramenta torna a tecnologia acessível até para quem tem pouca experiência no plantio.
“O sistema auxilia o agricultor na tomada de decisões. Isso ajuda a evitar erros e contribui para uma produção mais alta e mais segura”, destacou.
O projeto demonstra como o uso de soluções tecnológicas simples e de baixo custo pode ampliar a autonomia dos agricultores e fortalecer a produção de alimentos no semiárido baiano.
Por Clóvis Junior – MTBE: 7281/BA
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