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Professores da FG realizam pesquisa sobre  evolução populacional e  IDH na microrregião de Guanambi.
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Professores da FG realizam pesquisa sobre evolução populacional e IDH na microrregião de Guanambi.

A modificação populacional dos municípios brasileiros exige nova postura do poder público para alcançar as configurações e anseios populacionais de uma dada localidade. Desse modo, entender a evolução socioeconômica e populacional no contexto regional contribui para nortear políticas públicas que melhorem a qualidade de vida das populações.

A partir desta compreensão, os professores pesquisadores da Faculdade Guanambi, Deborah Marques e Carlos Magno Santos, estão desenvolvendo um estudo que tem como objetivo a utilização do Sistema de Informação Geográfica (SIG) para análise do Índice Desenvolvimento Humano (IDH) e da população na microrregião de Guanambi, interior da Bahia.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a microrregião de Guanambi apresenta uma população total de 371.379 habitantes, compreendendo 27 municípios situados na mesorregião do Centro Sul Baiano. Os professores analisaram comparativamente os dados fornecidos pelo IBGE, relativos aos anos de 1991, 2000 e 2010.

De acordo com o professor Carlos Magno, que é geógrafo, Mestre em Ciências Biológicas e docente da FG, até o momento a análise demonstrou que a cidade de Guanambi obteve destaque nos três períodos na microrregião,  no que se refere ao IDH, alcançando os valores de 0.413, 0.548 e 0.673, em 1991, 2000 e 2010 respectivamente. “Apesar de ter ficado acima da média do estado da Bahia nos três períodos analisados, Guanambi ficou abaixo da media nacional”, destaca o professor.

Ainda segundo a pesquisa, os municípios de menores IDHs foram Lagoa Real, Matina e Malhada nos anos de 1991, 2000 e 2010. Outro destaque foi a redução populacional de sete municípios na taxa anual de crescimento no período de 1991 a 2000, com destaque para município de Licínio de Almeida, que apresentou 1,30 pontos percentuais negativos.

“Estas mudanças denotam um posicionamento reflexivo do poder público para atender aos anseios da população, que muda de acordo com as suas dinâmicas. Nossa pesquisa visa contribuir na compreensão de como se dá o processo de IDH das cidades como Guanambi, visando nortear as ações públicas que melhor atendam aos anseios do município”, afirma a professora Deborah Marques, que é Mestre em Desenvolvimento Social e docente da FG.

 

 

 

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