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Professor acusado de importunação a aluno menor tem contrato encerrado pelas Prefeitura de Guanambi.
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Professor acusado de importunação a aluno menor tem contrato encerrado pelas Prefeitura de Guanambi.

Um professor de 28 anos, investigado por suspeita de importunação sexual contra um aluno menor de idade, teve seu contrato com o município de Guanambi, no sudoeste da Bahia, oficialmente rescindido. A rescisão foi publicada na edição desta quarta-feira (23) do Diário Oficial do Município. O vínculo contratual teria vigência até 31 de dezembro deste ano.

O caso ocorreu na manhã da última segunda-feira (21), na Escola Municipal Professor Celito Brito. Conforme o boletim de ocorrência registrado na 1ª Delegacia Territorial de Guanambi, o educador teria chamado o estudante para uma conversa reservada em uma das salas da unidade. Durante o encontro, o aluno relatou ter sido tocado de forma inapropriada. Após o ocorrido, ele conseguiu sair do local e contou o que havia acontecido à família, que imediatamente acionou as autoridades policiais.

O professor prestou depoimento à Polícia Civil e negou as acusações. Ele alegou que sua conduta foi estritamente profissional e disse estar à disposição para colaborar com as investigações.

A Secretaria Municipal de Educação, por meio de nota oficial, informou que tomou todas as providências legais cabíveis, incluindo a rescisão contratual e o encaminhamento do estudante e seus familiares para acompanhamento psicológico especializado. “Reiteramos nosso repúdio a qualquer forma de violência que envolva a comunidade escolar. Atitudes inadequadas são inaceitáveis e ferem os princípios éticos que orientam nossa atuação”, destacou a pasta.

A secretária municipal de Educação, Lajucy Donato, afirmou que a gestão municipal mantém tolerância zero com qualquer conduta que coloque em risco a integridade da comunidade escolar. “Nosso compromisso é com a construção de uma cultura de paz e respeito nas escolas, garantindo um ambiente seguro e acolhedor para todos”, afirmou.

Na terça-feira (22), durante audiência de custódia, a Justiça determinou a manutenção da prisão preventiva do investigado. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

Por Clóvis Junior – MTBE: 7281/BA

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