Polícia fecha cerco a assaltantes que mataram soldado em cidade baiana.
A vítima era lotada no 62ª Companhia Independente da Polícia Militar (Camacan).
A polícia já tem pistas dos suspeitos de assassinar o soldado PM Demison Rodrigues Sampaio, morto em serviço na manhã desta quinta-feira (21/5), no município de São José da Vitória, ao sair em diligência para atender ao chamado de um assalto à agência de Correios da cidade.
A vítima, que era lotada no 62ª Companhia Independente da Polícia Militar (Camacan), morreu na hora após ser atingida por um tiro na cabeça por dois integrantes da quadrilha envolvida no assalto.
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) lamenta a perda de um dos seus integrantes, se solidariza com a dor da família e de amigos do soldado e reafirma que não medirá esforços para capturar os responsáveis pelo crime.
Por determinação do secretário Maurício Teles Barbosa, todas as unidades das polícias Civil e Militar da região crime realizam diligências à procura dos bandidos, entre elas a 6ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Itabuna), a Companhia Independente de Policiamento Especializado Cacaueira e o 15º Batalhão da Polícia Militar, além da 62ª CIPM.
Também já há suspeitas do veículo utilizado no assalto que culminou na morte do soldado, um Fiat/Palio Adventure de cor prata, que estava com a placa JLE 1136.
Qualquer informação sobre a localização dos bandidos deve ser comunicada através do 190 ou do disque-denúncia (71- 3235-0000).
Além dos criminosos que atiraram no soldado, a polícia também está à procura dos demais integrantes da quadrilha que efetuou o assalto. Testemunhas do roubo estão sendo ouvidas para ajudar na identificação dos criminosos.
A Associação de Policiais Bombeiros e de seus Familiares do Estado da Bahia divulgou nota em que diz esperar "a mesma importância e rigor na apuração das mortes de policiais por parte do governador, secretário de Segurança, comandante geral, Ministério Público, Imprensa, órgãos nacionais e internacionais de direitos humanos e por todos aqueles que tanto cobram, julgam, condenam".
