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PFL define hoje o candidato a vice de Geraldo Alckmin.
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PFL define hoje o candidato a vice de Geraldo Alckmin.

Alckmin terá um senador do PFL como vice de chapa para as eleições presidenciais BRASÍLIA - O PFL define hoje o nome do pré-candidato a vice na chapa do tucano Geraldo Alckmin à Presidência da República. Concorrem ao posto os senadores José Agripino Maia (RN) e José Jorge (PE). A escolha será feita por meio de votação. Poderão votar na escolha do pré-candidato a vice deputados, senadores, governadores, prefeitos de capitais e membros da Executiva sem mandato eletivo. Ao todo, 96 integrantes do PFL poderão participar do processo de escolha. A votação acontecerá a partir das 9h na sede nacional do PFL, localizado no prédio principal do Senado, em Brasília. Na primeira consulta realizada pelo partido, o vencedor foi o presidente nacional do PFL, senador Jorge Bornhausen (SC), com 70 votos. Como ele não quer disputar, a escolha do vice vai se dar entre Jorge e Agripino, que receberam 55 e 43 votos, respectivamente, na primeira consulta. Os dois senadores fizeram um acordo, segundo o qual o partido se unirá em torno do vencedor. O coordenador da campanha do ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, senador Sérgio Guerra (PSDB-PE), negou ontem, que esteja marcado encontro do triunvirato tucano - formado por Tasso Jereissati, Fernando Henrique Cardoso e o governador mineiro, Aécio Neves - com o candidato ao governo paulista, José Serra. A reunião estaria prevista para amanhã, em Nova York, com objetivo de analisar a campanha presidencial tucana. Segundo Guerra, houve uma coincidência de agendas e o encontro será informal, mas, logicamente, política e campanhas eleitorais estarão entre os temas que devem ser debatidos pelos líderes do tucanato. "Seria um contra-senso marcar uma reunião em Nova York para discutir a campanha no Brasil. O que aconteceu foi que, coincidentemente, eles estão nos Estados Unidos e resolveram se encontrar. Obviamente, que política e campanha serão discutidas, mas isso eles já fazem diariamente", esclareceu Guerra. O senador, que conversa constantemente com Aécio Neves, afirmou que as declarações dadas pelo governador de Minas Gerais demonstram seu desejo de se empenhar "ao máximo" na campanha presidencial. "Tenho certeza que as declarações do governador foram no sentido de contribuir, construir. O governador tem contribuído muito e vai continuar". Para Guerra, a ansiedade dentro do partido, com relação à campanha, mostra uma disposição geral de participar efetivamente da corrida presidencial. "No âmbito da campanha, estamos criando um modelo que abrigue todas essas contribuições, mas isso ainda será definido. O certo é que há uma vontade geral de contribuir", finalizou. Ontem, o plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou que a regra da verticalização vale para as eleições deste ano. Os ministros do tribunal negaram, por unanimidade, um pedido de reconsideração apresentado pelo PSL sobre a emenda constitucional que vetava a aplicação dessa regra para este ano. A regra da verticalização determina que os partidos devem reproduzir nos estados as coligações políticas acertadas em nível federal.
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