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Nilo Coelho, o final de uma vida pública que passou pelo governo.
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Nilo Coelho, o final de uma vida pública que passou pelo governo.

Aos 80 anos, Nilo Coelho, o último grande ator político da segunda metade do século passado ainda no palco, saiu de cena. Ele saculejou o sudoeste baiano ontem ao anunciar a renúncia ao quarto mandato de prefeito de Guanambi, sua terra.

Nilo já vinha demonstrando estar com problemas de saúde. O filho, o empresário Gercino Coelho, disse que a decisão, em família, foi tomada após uma criteriosa avaliação do cenário.

— Fomos a São Paulo, passamos pelos médicos e concluímos que esse era o melhor caminho. Minha mãe (D. Solange) está bem e vida que segue. Questão de idade.

Com Waldir —Nilo Coelho emergiu para o cenário estadual em 1986, quando era prefeito de Guanambi, no sudoeste baiano, quando topou ser candidato a vice governador com Waldir Pires na cabeça da chapa.

Waldir teve uma vitória acachapante, e em 1989 renunciou para se candidatar a vice-presidente de Ulysses Guimarães e perdeu, mas Nilo herdou o governo, no qual ficou por quase dois anos.

E lá um dia ele comentou sobre isso, referindo-se ao fato de estar abrindo e recuperando estradas por todo o sudoeste, seu terreiro.

— Se é sorte ou destino eu não sei. Sei que a vida me deu essa oportunidade e acho de muito bom senso olhar o meu chão.

Na nota que ele distribuiu na despedida, disse: ‘Quero deixar claro que se trata de um novo capítulo nesta história de amor. Pretendo buscar novas formas de contribuir para o bem-estar e progresso de minha terra’.

Levi Vasconcelos – A Tarde

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