
Agentes de área do 17º Batalhão da Policia Militar da Bahia sediado em Guanambi conduziu a Delegacia de Polícia na última segunda-feira (23) o jovem Jarbas da Silva de 31 anos, residente no bairro Paraíso, em cumprimento a um mandado de prisão expedido pela Justiça. Jarbas foi preso quase sete meses depois de ter sido flagrado no mês de agosto do ano passado dentro do banheiro de uma igreja evangélica tentando estuprar uma criança de 4 anos de idade. De acordo com a mãe da menor o elemento teria tapado a boca da criança para que ela não gritasse e a levou para dentro do banheiro onde começou a abusar da menor. ?Fiquei em estado de choque na hora em que empurrei a porta e vi aquele homem em cima da minha filha.", disse ela.. Aproveitando-se do desespero da mãe o elemento saiu do local como se nada houvesse acontecido. Ele ainda chegou a ser perseguido pelo pai da criança, mas fugiu.
O fato foi denunciado a polícia e no mês de dezembro o elemento chegou a ser conduzido até a Delegacia onde permaneceu por pouco mais de três horas e foi liberado porque não foi localizado ou encontrado no sistema o mandado de prisão que teria sido expedido pela Justiça contra ele. Foi ai então que Jarbas desapareceu da cidade. Porem, no início desta semana por ironia do destino o pai da criança avistou o elemento nas imediações do Colégio Modelo Luis Eduardo Magalhães e acionou a polícia que o prendeu.
Segundo a mãe da criança no dia do fato a igreja estava com suas portas abertas e alguns jovens estavam ensaiando algumas apresentações que iriam realizar durante a noite e o elemento aproveitou-se da situação para adentrar no local. Ela disse ainda ao Farol da Cidade que tomou conhecimento posteriormente que o maníaco já havia sido flagrado no interior de outra igreja evangélica observando as meninas trocarem de roupas e foi expulso do local.
Desde que ocorreu o episódio os pais da menor vinham clamando por providências policiais e até fazendo investigações por conta própria a fim de colaborar com as autoridades para retirar esse elemento do convívio da sociedade. "O que ele fez com a minha filha de apenas 4 anos poderia fazer com outras crianças, se é que não o fez?", disse. Agora eles aguardam o tramite do processo na Justiça. .
Farol da Cidade