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Guanambiense transportou irmã de ex-BBB assassinada em São Paulo.
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Guanambiense transportou irmã de ex-BBB assassinada em São Paulo.

Um guanambiense foi preso na cidade de Votuponga, interior de São Paulo, acusado de envolvimento no assassinato de Carmen Andréia Issa Castelo Fileto, 35, de São Bernardo do Campo, irmã do EX- BBB Carlão Issa, ocorrido em janeiro deste ano. Na última semana quatro pessoas foram presas suspeita do crime, Toninho Brasilândia, que teria confessado a autoria, dois mototaxistas, um deles o guanambiense, Edgar Francisco Sampaio e uma quarta pessoa cujo nome não foi revelado e que já foi colocada em liberdade na sexta-feira por falta de provas. De acordo com a matéria da repórter Karolline Bianconi, do jornal Diário de Votuporanga, publicada no último dia 25 de março, o Delegado João Donizete Rossini, titular da DIG (Delegacia de Investigações Gerais), ouviu pela terceira vez esta semana o outro mototaxista de iniciais A.M.O. de 22 anos. O delegado contou que A.M.O., afirmou que não teria nenhuma participação no assassinato, e que apenas conhece um dos suspeitos. Segundo Rossini, no dia dos fatos, o mototaxista levou .A.C.A.R., 37, conhecido como "Toninho Brasilândia", e em outra moto estava a vítima com o guanambiense Edgar. A intenção era levá-los até Valentim Gentil. Rossini comentou que em certo momento, o mototaxista teria ouvido de "Toninho Brasilândia" que ele, acompanhado de Carmen, iria cavar uma vala no canavial (onde o corpo foi encontrado), pois existiria intenção da vítima em matar o ex-companheiro para obter a guarda do filho de sete meses. "O mototaxista diz que não teria ajudado neste trabalho, e que apenas aguardou na moto para que retornassem", falou. Ao notar a ausência de Carmen quando "Toninho Brasilândia" retornou, ele teria sido comunicado sobre a morte da vítima. O delegado contou que o mototaxista não procurou pela polícia por medo de possíveis represálias. Após o interrogatório, o suspeito seguiu para a cadeia de Votuporanga, onde permanecerá preso temporariamente. A advogada Sirlene Alves da Silva assumiu a defesa, e destacou ao Diário que seu cliente é inocente e que foi contratado para prestar serviços que não conhecia. Foto: Glauce Sereno
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