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Fisioterapeuta agredida cobra justiça em Igaporã.
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Fisioterapeuta agredida cobra justiça em Igaporã.

Uma fisioterapeuta de 26 anos foi agredida pelo ex namorado e sua atual namorada com socos e chutes, na tarde do último domingo (12), em Igaporã.

O crime ocorreu na entrada da comunidade do Salgado, às margens da BR-430. A mulher foi espancada brutalmente pelo ex namorado, e à atual namorada dele.

A vítima disse que foi convidada pelo ex para passear pela cidade, em uma Toyota Hilux. Ela disse que como eram amigos, não viu problema e aceitou numa boa. Ao embarcar na caminhonete, disse que seguiram com destino a Caetité, mas durante o trajeto, o homem teria estacionado o carro e sem justificativa começou a desferir socos no seu rosto.

Ela disse que, de repente, saiu do banco traseiro do carro à atual namorada do agressor, que começou a puxar seus cabelos e agredi-la. Ela afirma que durante o ataque, a mãe da mulher, também participou da sessão de espancamento.

Nesse momento, à agressora teria usado uma máquina portátil para tentar cortar seu cabelo, porém ela conseguiu escapar. A vítima disse que o agressor e sua namorada fizeram ameaçadas, dizendo se houvesse qualquer denúncia ela seria morta.

Desesperada, ela narrou que fugiu para um matagal e permaneceu por cinco minutos, até passar um motociclista e prestar socorro. Ela foi encaminhada ao Hospital Municipal de Igaporã, onde recebeu atendimento.

O agressor foi preso por policiais militares de Caetité, posteriormente apresentado na Delegacia de Guanambi, pela delegada Katherine Fernandes, com base na Lei Maria da Penha. À agressora foi liberada no mesmo dia.

Conforme o delegado Clécio Magalhães, o agressor foi colocado em liberdade após audiência de custódia. Ele responderá em liberdade, mas o magistrado impôs algumas restrições, entre elas, uma medida protetiva.

A fisioterapeuta, vítima das agressões disse que não entendeu o motivo da agressão. “Só quero justiça, estou acabada fisicamente e psicologicamente”, comentou.

Ela fez questão de dizer que só quer justiça, além de ressaltar que teme pela sua vida. “Não sei o que podem fazer comigo, mas peço justiça para essas pessoas”, encerrou.

Com informações da Folha do Vale

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