X

Fale Conosco:

Aguarde, enviando contato!
Consumo de água em Caetité continua normal e não apresenta contaminação de urânio.
  • Compartilhe esse post
  • Compartilhar no Facebook00
  • Compartilhar no Google Plus00
  • Compartilhar no Twitter

Consumo de água em Caetité continua normal e não apresenta contaminação de urânio.

O titulo de uma matéria veiculada no site do correio 24 horas da capital Salvador,  casou estranheza em toda a cidade de Caetité. O anunciado da reportagem diz: "Consumo de água é suspenso em Caetité por alta contaminação de urânio ".

Conforme apurado pela reportagem do Caetité Notícias, o abastecimento de água da cidade, de responsabilidade da Embasa, apesar de sofrer com a seca e racionamento, continua de forma normal. O título da matéria deixou a entender que todo o sistema de abastecimento da cidade estaria comprometido devido ao urânio, que é extraído na região do distrito de Maniaçu.

Na reportagem, o site afirma que o  Ministério do Meio Ambiente e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) determinaram a suspensão imediata do consumo da água dos poços da região de Caetité e Lagoa Real. O trecho aparentemente contem um equivoco. Seria mais plausível o uso de um título mas objetivo  e com menos foco em polêmicas desnecessárias, que agridem o progresso de um local e toda uma população. Informações veiculadas em outros portais informa que um  único poço foi interditado para consumo humano, localizado na região conhecida como Varginha, na cidade de Lagoa Real, que está a 20 km de distância da mineração da INB e que não faz parte da área que ela fiscaliza.

Em nota, a Cnen repetiu o argumento da INB, de que o poço não estaria em sua área de responsabilidade. “A INB tem obrigação de nos informar sobre os resultados das medidas nos poços de controle ambiental, que são justamente os que refletem os efeitos das atividades de mineração e beneficiamento de urânio. Esta obrigação tem sido cumprida”, disse a comissão. “Se o alto teor de urânio da água encontrada no referido poço fosse proveniente das atividades da INB, a Cnen tomaria as devidas medidas. Neste caso específico, nos cabe apenas ratificar a recomendação da própria INB de que a água do poço não seja usada para consumo humano”, informou, acrescentando que não cabe à comissão avaliar a potabilidade de água fora da área de influência dos empreendimentos que licencia. “Trata-se de responsabilidade mais afeita à vigilância sanitária.”

O titulo da notícia, um pouco sensacionalista, deixou a população de Caetité no mínimo chateada.

Esperamos que nossos vereadores (de situação e de oposição) protestem contra o título da matéria, que agride não o nome de um lugar, mas de toda a população da cidade de Caetité. 

Imprimir
  • Compartilhe esse post
  • Compartilhar no Facebook00
  • Compartilhar no Google Plus00
  • Compartilhar no Twitter