
O lavrador Juscelino Rodrigues Viana, residente no Bairro Santo Antônio em Guanambi prestou uma queixa na delegacia, alegando ter comprado um Jegue da raça Manga Larga pelo valor de R$ 3.000,00 e estava cobrando R$ 100,00 por cada cobertura que o animal fazia. Ocorre que uma pessoa de nome Teotinio Viana Neto, levou uma égua para ser cobrida pelo Jegue, mas disse que não pagaria. Juscelino não concordou em ceder o Jegue para cobrir a égua de graça, então Teotino ameaçou de castrar o Jegue, e assim o fez. Em um sábado Tiotino contratou uma pessoa para fazer o serviço. Seis dias após a castração, o animal morreu.
O fato desencadeou um inquérito policial presidido por Drº Emanuel Ribeiro de Matos, que enquadrou o senhor contratado para castrar o animal na Lei dos Crimes ambientais, podendo pegar de um a três de prisão.
Já o Teotinio Viana Neto será indiciado por dano qualificado por motivo egoístico e prejuízo considerável para a vitima com pena que vai de seis meses a três anos e ainda por crime ambiental por mutilação de animal domesticado com pena que vai de um a três anos e multa.
O detalhe que surpreendeu, é que ao se fazer uma busca pelos antecedentes do senhor Tiotinio, foi encontrado um mandado de Prisão Preventiva expedido pela Justiça de São Paulo, por ele ter praticado um homicídio naquele estado.
Joaquim José