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Caso da Telexfree será julgado nesta quinta.
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Caso da Telexfree será julgado nesta quinta.

A Faculdade Guanambi realizou, nesta quarta-feira (13), o 3º Simpósio de Biomedicina. O evento foi organizado pelo colegiado do curso e pelo Diretório Acadêmico (DA), um dos mais atuantes da instituição. Professores, alunos e profissionais ligados à área de saúde se reuniram no auditório da FG para o debate sobre assuntos atuais envolvendo  biomedicina e  biotecnologia.

Temas como atualidades na abordagem laboratorial das dislipidemias; biomedicina estética; nova metodologia laboratorial para o diagnóstico de dengue; o profissional biomédico a serviço da perícia criminal e ética na pesquisa com animais foram debatidos por biomédicos de projeção nacional.

A coordenadora de Biomedicina, professora Ivi Rosine, destacou a participação ativa do DA na organização do Simpósio e a escolha em debater temas atuais, como biomedicina estética, uma habilitação que foi reconhecida pelo Conselho Federal de Biomedicina (CFBM) em fevereiro de 2011. 

Outro destaque do 3º Simpósio foi a presença dos egressos de Biomedicina da FG. "São nossos filhos que abrilhantaram o evento, também discutindo temas atuais como o novo diagnóstico para a dengue e a habilitação de perícia criminal", afirmou a coordenadora, ressaltando a importância da presença dos ex-alunos do curso no evento, que contou com a adesão de discentes de todos os semestres.

Sobre o mercado de trabalho para o biomédico, Rosine destacou a necessidade da contínua especialização como estratégia de inserção e visibilidade no mercado. "Temos vários ex-alunos aprovados em concursos públicos e ocupando importantes espaços fora de Guanambi, mas isso vai muito da direção que cada profissional dá à sua própria carreira ", disse, enfatizando a qualidade do ensino na FG.

Bioestética - Uma das palestrantes de destaque foi a biomédica Luciana Carvalho, especialista em bioestética, que atua em Vitória da Conquista. Carvalho falou sobre a nova especialidade, destacando que trata-se de uma área promissora, que vem conquistando espaço no mercado. Segundo a biomédica, a demanda é crescente, porém depende muito da linha de trabalho que o bioesteta escolhe para trabalhar.

"A bioestética não está preocupada com a beleza em si. Trata-se de utilizar do conhecimento teórico e científico do biomédico à serviço da saúde e da estética do paciente, o que é um diferencial entre as outras opções da área de estética que temos disponível", destacou.

Ainda segundo Carvalho, o biomédico esteta está apto a realizar procedimentos invasivos não cirúrgicos. Para atuar, o bioesteta necessita ter conhecimento de anatomia, fisiologia, imunologia, patologia e bioquímica relacionadas ao processo de envelhecimento cutâneo e disfunções estéticas corporais e faciais.

O profissional bioesteta é apto a realizar os procedimentos como eletroterapia e eletroestimulação, depilação a laser, fototerapia, peeling, radiofrequência, endermologia, cosmetologia avançada, preenchimentos não definitivos, dentre outros procedimentos invasivos não cirúrgicos.

 

Confira as fotos do 3º Simpósio em nossa fanpage: www.facebook.com/ensinofg.

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