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Adversário não quer ser humilhado
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Adversário não quer ser humilhado

Weggis - Para o Brasil é só um teste. Para a Nova Zelândia, o jogo da vida. O adversário de hoje da Seleção Brasileira entrará em campo motivadíssimo. O time dirigido pelo técnico Ricki Herbert vem de vitória considerada histórica pelos torcedores e jogadores: 3x1 sobre a Geórgia, há uma semana, em Colônia, na Alemanha. Pela primeira vez, a equipe da Oceania venceu um jogo na Europa. Na quinta-feira, outro bom resultado: 1x1 contra a Estônia, na casa do rival. Mas se engana quem pensa que os neozelandeses falam em dificultar o jogo para o Brasil. Muito pelo contrário. Herbert declarou à imprensa de seu país que sua maior preocupação é tentar evitar derrota humilhante, com placar dilatado. "O Brasil pode ganhar de qualquer adversário por qualquer placar. Temos de fazer nosso melhor, porque não queremos ser humilhados como foi Luxemburgo contra a Alemanha recentemente (7x0 para os alemães)", declarou o treinador. Herbert conhece o poder do Brasil há décadas. Em 23 de junho de 1982, enfrentou a Seleção de Telê Santana na Copa da Espanha. Na época, era zagueiro. E não conseguiu evitar a derrota por 4x0 - gols de Zico (2), Falcão e Serginho. A Nova Zelândia fez campanha ruim nas eliminatórias para o mundial da Alemanha e nem sequer chegou à fase final. (AE)
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