156 mil pessoas já se recuperaram do coronavírus: ranking dos países.
Das 741 mil pessoas que contraíram coronavírus no mundo, 156.838 mil se recuperaram da doença, até as 11 horas da manhã desta segunda, 30. Mas não baixe a guarda do isolamento social!
Os números são do painel online da Universidade Johns Hopkins, dos Estados Unidos, que atualiza o tempo todo os casos de covid-19 no planeta.
O país com mais pessoas recuperadas até agora é a China. São mais de 75 mil livres da doença, de acordo com dados oficiais chineses.
Ranking da recuperação
1. China – 75,9 mil pessoas recuperadas
2. Espanha – 16,7 mil
3. Irã -13,9 mil
4. Itália – 13 mil
5. Alemanha – 9,2 mil
6. França – 7,2 mil
7. Coréia do Sul – 5,2 mil
8. EUA – 4,8 mil
9. Suíça – 1,8 mil
10. Bélgica – 1,5 mil
O Brasil aparece em 29º no ranking, com 120 pessoas recuperadas da doença – até o fechamento desta matéria.
Pico da doença
Ainda de acordo com o painel online da Universidade Johns Hopkins, o pico da doença acontece neste momento nos EUA.
O país já tem mais casos confirmados do que a Itália.
São 143 mil infectados nos Estados Unidos contra 97 mil no país europeu.
Ranking dos países com mais casos de coronavírus:
1. EUA – 143,5 mil
2. Itália – 97,6 mil
3. Espanha – 85,1 mil
4. China – 82,1 mil (dados oficiais chineses)
5. Alemanha – 63,9 mil
6. Irã – 41,4 mil
7. França – 40,7 mil
8. Reino Unido – 19,8 mil
9. Suíça – 15,5 mil
10. Bélgica – 11,8 mil
O Brasil aparece em 19º lugar no ranking com 4,3 mil casos confirmados da doença – até o fechamento desta matéria.
Mortes
O número de mortes no mundo chega 35.114 pessoas, a maior parte delas na Itália.
Ranking dos mortos por coronavírus – até o fechamento desta matéria:
1. Itália – 10,7 mil
2. Espanha – 7,3 mil
3. China/Hubei – 3,1 mil (dados oficiais chineses)
4. Irã – 2,7 mil
5. França – 2,6 mil
6. Reino Unido – 1,2 mil
7. Holanda – 864 mortos
8. EUA/Nova York – 776 mortos
9. Alemanha – 560 mortos
10. Bélgica – 513 mortos
O Brasil aparece em 15º lugar no ranking da Johns Hopkins, com 140 mortos – até o fechamento desta matéria.
Esta manhã mais morto foi confirmado o que fez subir para 141 casos fatais no Brasil, 98 deles em São Paulo.
Isolamento social
Não baixe a guarda! A situação ainda é preocupante.
Como o pico de casos da doença ainda não aconteceu no Brasil – a previsão é que isso aconteça no meio do mês de abril – o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta defende o isolamento social, ou seja, que quem puder, fique em casa.
Por Rinaldo de Oliveira, da redação do SóNotíciaBoa – com informações do JohnsHopkins
Espalhe notícia boa nas suas redes sociais. Siga o SNB no:
Australianos testam vacina pra tuberculose contra coronavírus.
Vacina contra tuberculose será testada em 4.000 profissionais de saúde na Austrália para ver se ela pode melhorar o sistema imunológico e ajudar as pessoas a combater o coronavírus.
A vacina Bacillus Calmette-Guérin, BCG, é usada para dar imunidade às crianças contra a tuberculose – uma infecção bacteriana, mas é conhecida por ter outros benefícios.
A análise está sendo feita por pesquisadores do Instituto de Pesquisa Infantil Murdoch, em Melbourne. Testes anteriores descobriram que as pessoas imunizadas com a BCG melhoram as respostas imunes e ficaram mais capazes de se proteger de várias infecções.
Esses chamados “efeitos fora do alvo” incluem proteção aprimorada contra doenças respiratórias e foram reconhecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
Reduzir gravidade
Agora, os cientistas estão implantando a vacina em milhares de pessoas para ver se ela oferece proteção extra contra o SARS-CoV-2 e reduz a gravidade dos sintomas do COVID-19.
O teste com 4 mil profissionais vai envolver vários hospitais do país.
Até o momento, a Austrália registrou quase 3.000 casos e 13 mortes, com o número global de infecções chegando a meio milhão.
Testes semelhantes estão sendo conduzidos em outros países, incluindo Holanda, Alemanha e Reino Unido.
‘Os pesquisadores médicos australianos têm reputação de conduzir ensaios rigorosos e inovadores. Este estudo permitirá que a eficácia da vacina contra os sintomas do COVID-19 seja testada adequadamente e pode ajudar a salvar a vida de nossos heróicos profissionais de saúde da linha de frente”, disse a professora Kathryn North AC, diretora do Instituto de Pesquisa Infantil Murdoch.
