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Para muitas mulheres não basta apenas ser boa esposa, mãe e ter uma carreira profissional bem encaminhada. É necessário também se sentir bem como amante. Quando a coisa não vai boa na cama, as queixas de não ter interesse no sexo passam por relatos de diminuição ou até perda da libido. A primeira recomendação quando o problema chega a esse ponto é fazer uma avaliação da própria vida sexual. “Libido baixa só é preocupante se começar a trazer sofrimento para a mulher ou se, comparando com um período anterior, houver uma defasagem muito grande na frequência das relações – de três vezes por semana para uma vez por mês, por exemplo”, afirma a ginecologista e sexóloga Carolina Ambrogini. Ela diz que se o problema for realmente perda de libido, é preciso detectar a causa, que pode estar no físico ou no psicológico, e daí partir para as soluções. “A parte hormonal é muito importante. Alguns anticoncepcionais alteram a produção de testosterona, e isso diminui a libido”, explica Ambrogini que também informa que vários antidepressivos, ao aumentar a produção de serotonina, tiram o desejo das pacientes. Equilibrar os níveis de testosterona também é orientado. A ginecologista explica que períodos de atividade hormonal variada, como a menopausa, a pós-menopausa e o pós-parto também podem representar perder da libido. Ela diz que uma boa autoestima também é fator que eleva o interesse sexual. “As mulheres mais seguras verbalizam o que querem, conversam sobre seus sentimentos e desejos com os homens, exigem preliminares. As que apresentam baixa de desejo normalmente estão com a autoestima comprometida, ou por não gostarem do próprio corpo ou por não se sentirem valorizadas pelos parceiros. Um elogio deles na hora certa já as ajudaria muito”, diz. Segundo a especialista, a faixa etária com a maior incidência de reclamações vai de 31 a 45 anos, fase, que em teoria, a mulher está em auge físico e sexual. A sexóloga dá algumas dicas para melhorar a atividade sexual feminina; 

Crie razões para pensar em sexo. A excitação pode ser encontrada até em cenas picantes de novelas;

Use lingeries sensuais. Além de ser um presente para os sentidos do parceiro, vestir peças caprichadas fará você se sentir mais poderosa e elevará sua autoestima;

Troque mensagens ousadas com o parceiro. Use o celular e o e-mail durante o dia para preparar o clima da noite;

Leia contos eróticos. Essa literatura estimula a sexualidade e pode dar ideias de novas fantasias;

Assista a filmes pornográficos feitos para mulheres. Dois bons títulos para começar são o premiado “Cinco Histórias Quentes para Ela” (de Erika Lust) e “Fantasias Femininas” (de Petra Joy);

 

Crie tempo para o romance do casal – Reserve pelo menos um dia por semana para ficar a sós com ele. Deixe as crianças com a babá ou com a avó e curta a noite como nos tempos de namoro. 

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Sexóloga dá dicas para recuperar falta ou perda de libido em mulheres.

Data de Publicação: 08/11/2013

Sexóloga dá dicas para recuperar falta ou perda de libido em mulheres.

Para muitas mulheres não basta apenas ser boa esposa, mãe e ter uma carreira profissional bem encaminhada. É necessário também se sentir bem como amante. Quando a coisa não vai boa na cama, as queixas de não ter interesse no sexo passam por relatos de diminuição ou até perda da libido. A primeira recomendação quando o problema chega a esse ponto é fazer uma avaliação da própria vida sexual. “Libido baixa só é preocupante se começar a trazer sofrimento para a mulher ou se, comparando com um período anterior, houver uma defasagem muito grande na frequência das relações – de três vezes por semana para uma vez por mês, por exemplo”, afirma a ginecologista e sexóloga Carolina Ambrogini. Ela diz que se o problema for realmente perda de libido, é preciso detectar a causa, que pode estar no físico ou no psicológico, e daí partir para as soluções. “A parte hormonal é muito importante. Alguns anticoncepcionais alteram a produção de testosterona, e isso diminui a libido”, explica Ambrogini que também informa que vários antidepressivos, ao aumentar a produção de serotonina, tiram o desejo das pacientes. Equilibrar os níveis de testosterona também é orientado. A ginecologista explica que períodos de atividade hormonal variada, como a menopausa, a pós-menopausa e o pós-parto também podem representar perder da libido. Ela diz que uma boa autoestima também é fator que eleva o interesse sexual. “As mulheres mais seguras verbalizam o que querem, conversam sobre seus sentimentos e desejos com os homens, exigem preliminares. As que apresentam baixa de desejo normalmente estão com a autoestima comprometida, ou por não gostarem do próprio corpo ou por não se sentirem valorizadas pelos parceiros. Um elogio deles na hora certa já as ajudaria muito”, diz. Segundo a especialista, a faixa etária com a maior incidência de reclamações vai de 31 a 45 anos, fase, que em teoria, a mulher está em auge físico e sexual. A sexóloga dá algumas dicas para melhorar a atividade sexual feminina; 

Crie razões para pensar em sexo. A excitação pode ser encontrada até em cenas picantes de novelas;

Use lingeries sensuais. Além de ser um presente para os sentidos do parceiro, vestir peças caprichadas fará você se sentir mais poderosa e elevará sua autoestima;

Troque mensagens ousadas com o parceiro. Use o celular e o e-mail durante o dia para preparar o clima da noite;

Leia contos eróticos. Essa literatura estimula a sexualidade e pode dar ideias de novas fantasias;

Assista a filmes pornográficos feitos para mulheres. Dois bons títulos para começar são o premiado “Cinco Histórias Quentes para Ela” (de Erika Lust) e “Fantasias Femininas” (de Petra Joy);

 

Crie tempo para o romance do casal – Reserve pelo menos um dia por semana para ficar a sós com ele. Deixe as crianças com a babá ou com a avó e curta a noite como nos tempos de namoro. 

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