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É severa a seca que atinge o município de Rio do Antônio, no sertão da Bahia. O secretário municipal de administração e planejamento do município, Antônio de Souza Lima, relatou em entrevista ao site Brumado Notícias que a Barragem da Horta, que recebe água do rio que dá nome à cidade, está com apenas 0,19% de sua capacidade, cerca de 190 mil metros cúbicos de água, quando sua capacidade de armazenamento é de 1 milhão de metros cúbicos de água. O secretário informou que, mesmo com o tratamento realizado pela Embasa, a pouca água que chega às torneiras já apresenta coloração e mau cheiro. Nossa reportagem apurou que a concessionária de distribuição de água tem mantido carros de som nas ruas pedindo que a população use a água racionalmente.

Antônio Lima declarou que o líquido está tão escasso que os animais de criação, tipo caprinos, bovinos e suínos, estão quase extintos nas comunidades rurais da cidade. “Sem água nas torneiras, muitas famílias deixaram de utilizar louças e talheres e passaram a utilizar pratos, copos e talheres descartáveis em casa. Lavar roupa é um luxo que não podemos usufruir. Se não chover em nossa região nos próximos dias, teremos uma calamidade sem precedentes já nos primeiros dias do ano que vem”, disse o secretário, prevendo também que, além do abalo na economia local, as escolas talvez sofram retardamento do início do ano letivo. O município mantém o decreto de emergência que foi homologado pelo estado, mas já se fala em anunciar estado de calamidade publica diante dos efeitos da seca.

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Sem água, animais morrem e famílias de Rio do Antônio trocam louça por pratos e talheres descartáveis.

Data de Publicação: 30/12/2015

Sem água, animais morrem e famílias de Rio do Antônio trocam louça por pratos e talheres descartáveis.

É severa a seca que atinge o município de Rio do Antônio, no sertão da Bahia. O secretário municipal de administração e planejamento do município, Antônio de Souza Lima, relatou em entrevista ao site Brumado Notícias que a Barragem da Horta, que recebe água do rio que dá nome à cidade, está com apenas 0,19% de sua capacidade, cerca de 190 mil metros cúbicos de água, quando sua capacidade de armazenamento é de 1 milhão de metros cúbicos de água. O secretário informou que, mesmo com o tratamento realizado pela Embasa, a pouca água que chega às torneiras já apresenta coloração e mau cheiro. Nossa reportagem apurou que a concessionária de distribuição de água tem mantido carros de som nas ruas pedindo que a população use a água racionalmente.

Antônio Lima declarou que o líquido está tão escasso que os animais de criação, tipo caprinos, bovinos e suínos, estão quase extintos nas comunidades rurais da cidade. “Sem água nas torneiras, muitas famílias deixaram de utilizar louças e talheres e passaram a utilizar pratos, copos e talheres descartáveis em casa. Lavar roupa é um luxo que não podemos usufruir. Se não chover em nossa região nos próximos dias, teremos uma calamidade sem precedentes já nos primeiros dias do ano que vem”, disse o secretário, prevendo também que, além do abalo na economia local, as escolas talvez sofram retardamento do início do ano letivo. O município mantém o decreto de emergência que foi homologado pelo estado, mas já se fala em anunciar estado de calamidade publica diante dos efeitos da seca.

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