Prefeituras da região Sudoeste da Bahia, decidiram fechar as portas nesta quarta-feira (30). O protesto é pela aprovação imediata da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 25/2022, que estabelece adicional de 1,5% ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM) de março de cada ano. Esta adição ao recurso é para compensar a queda nas receitas.
O presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Quinho, prefeito de Belo Campo, apoia a paralisação e o objetivo é “mandar um recado de alerta a Brasília: não dá para continuar como está”. Além disso, ressalta que “a paralisação serve para alertar nossos legisladores que os nossos municípios estão prejudicados”, disse.
O presidente comentou ainda sobre a fragilidade dos municípios e sensibilidade por parte do Governo Federal. “É importante que nós deixemos as nossas vaidades, sejam elas no campo da municipalidade ou estado, e abracemos o nosso país. É importante que o nosso país viva dias melhores. Então, essa taxa de juros tem que, sem dúvida nenhuma, diminuir. É importante que nesse momento de dificuldade, o Governo Federal tenha sensibilidade de ajudar quem mais tem fragilidade na federação, que são os municípios.”
Folha do Vale
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O presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Quinho, prefeito de Belo Campo, apoia a paralisação e o objetivo é “mandar um recado de alerta a Brasília: não dá para continuar como está”. Além disso, ressalta que “a paralisação serve para alertar nossos legisladores que os nossos municípios estão prejudicados”, disse.
O presidente comentou ainda sobre a fragilidade dos municípios e sensibilidade por parte do Governo Federal. “É importante que nós deixemos as nossas vaidades, sejam elas no campo da municipalidade ou estado, e abracemos o nosso país. É importante que o nosso país viva dias melhores. Então, essa taxa de juros tem que, sem dúvida nenhuma, diminuir. É importante que nesse momento de dificuldade, o Governo Federal tenha sensibilidade de ajudar quem mais tem fragilidade na federação, que são os municípios.”
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