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Catorze municípios da região de Guanambi foram alvos da operação denominada Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) coordenada pelo Núcleo de Defesa do Rio São Franscisco (NUSF) do Ministério Público estadual tendo à frente a promotora de justiça Luciana Khoury. A FPI visitou os municípios de Mortugaba, Jacaraci, Urandi, Pindaí, Sebastião, Laranjeiras, Candiba, Guanambi, Palmas de Monte Alto, Caetité, Igaporã, Iuiu, Malhada e Carinhanha priorizando o combate aos crimes ambientais.

O resultado comemorado pelas autoridades ambientais traz um impacto forte para a construção civil. O preço do bloco em Guanambi teve aumento de mais de 50%. indo do valor médio de R$ 400,00 para até R$ 630,00. O tamanho do bloco também será reduzido.

A madeira essencial para a produção de blocos não poderá mais ter origem nativa. Visando reprimir a devastação das poucas florestas naturais, todas as cerâmicas terão que obrigatoriamente comprar madeira de reflorestamento.

Segundo fontes ligadas ao setor ceramista, o volume de multas aplicado em Guanambi, chega a quase dois milhões de reais, tendo sido aplicadas multa individual no valor de R$ 700 mil. Ainda de acordo as mesmas fontes, os empresários do ramo ficaram insatisfeitos com a postura do prefeito Charles Fernandes que se fez ausente em um momento tão importante.

A produção de cerâmica é essencial para a economia local, diretamente centenas de pessoas e impulsiona decisivamente a construção civil de Guanambi e região.

 

Por Bonny Silva

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Preço do bloco de cerâmica dispara em Guanambi após fiscalizações.

Data de Publicação: 11/12/2014

Preço do bloco de cerâmica dispara em Guanambi após fiscalizações.

Catorze municípios da região de Guanambi foram alvos da operação denominada Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) coordenada pelo Núcleo de Defesa do Rio São Franscisco (NUSF) do Ministério Público estadual tendo à frente a promotora de justiça Luciana Khoury. A FPI visitou os municípios de Mortugaba, Jacaraci, Urandi, Pindaí, Sebastião, Laranjeiras, Candiba, Guanambi, Palmas de Monte Alto, Caetité, Igaporã, Iuiu, Malhada e Carinhanha priorizando o combate aos crimes ambientais.

O resultado comemorado pelas autoridades ambientais traz um impacto forte para a construção civil. O preço do bloco em Guanambi teve aumento de mais de 50%. indo do valor médio de R$ 400,00 para até R$ 630,00. O tamanho do bloco também será reduzido.

A madeira essencial para a produção de blocos não poderá mais ter origem nativa. Visando reprimir a devastação das poucas florestas naturais, todas as cerâmicas terão que obrigatoriamente comprar madeira de reflorestamento.

Segundo fontes ligadas ao setor ceramista, o volume de multas aplicado em Guanambi, chega a quase dois milhões de reais, tendo sido aplicadas multa individual no valor de R$ 700 mil. Ainda de acordo as mesmas fontes, os empresários do ramo ficaram insatisfeitos com a postura do prefeito Charles Fernandes que se fez ausente em um momento tão importante.

A produção de cerâmica é essencial para a economia local, diretamente centenas de pessoas e impulsiona decisivamente a construção civil de Guanambi e região.

 

Por Bonny Silva

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