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Patrícia foi absolvida, mais pode voltar a um terceiro júri

Data de Publicação: 03/09/2005

Patrícia foi absolvida, mais pode voltar a um terceiro júri

Prevalecendo o recurso que Ministério Público interpor, contra a decisão dos jurados, o que foi colocado em ata a apedido do promotor público da Vara Crime de Guanambi, bacharel Tarcísio Moreira Caldas Vianna Braga, a jovem Patrícia Pereira Nogueira Guimarães, hoje com 28 anos, poderá voltar a se sentar nos bancos dos réus. Absolvida em um primeiro júri, no ano de 2001, este foi anulado pelo TJB por ação movida pela promotoria, que mais uma vez mostrou-se insatisfeita com a decisão dos jurados. O segundo julgamento teve como resultado final 05 votos a favor da absolvição da ré x contra 02 por sua condenação. Ela é acusada de homicídio qualificado pela morte de Marlon Guimarães Leão, filho do vereador e atual presidente da Câmara, Elder Guimarães, no ano de 1999, com quem era casada, após o mesmo, segundo ela embriagado, tê-la acusado de prática de atos sexuais com uma doméstica menor de idade, que ao casal prestava serviços. O salão do júri, do Fórum Juiz Eduardo Daltro de Castro, onde jovem Patrícia Pereira Nogueira Guimarães já foi julgada por duas vezes, esteve lotado, principalmente no entardecer, O julgamento iniciado às 9:00 se estendeu até as 21:00, com direito a réplicas. A morte de Marlon se deu após uma discussão do casal e Patrícia sentindo-se ameaçada, segundo os depoimentos, se valeu de uma espingarda da vítima, disparando contra ele em sua defesa. O crime se deu na Rua Benvindo Dias 516, bairro Alvorada, onde o casal residia. Os jurados foram sorteados entre os convocados, e atuou pela defesa o advogado Custódio Lacerda Brito assistido pelo também advogado Alexandre Fernandes Magalhães, e pela parte da acusação o promotor Tarcísio Moreira Caldas Vianna Braga, juntamente com p advogado Edgard Caíres, que se não convenceram os jurados, de toda forma fizeram brilhante atuação.

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