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Em crise, grupo Ricardo Eletro (Insinuante) encerra atividades em Guanambi.
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Em crise, grupo Ricardo Eletro (Insinuante) encerra atividades em Guanambi.

Depois de 25 anos atuando forte no comércio de Guanambi, a loja Insinuante-Ricardo Eletro encerrou hoje suas atividades na cidade. Na década de 90, a lnsinuante chegou a ter mais de 50 funcionários, mas nos últimos anos a empresa vem enfrentando uma grave crise financeira com vendas muito abaixo de sua estrutura. Entre os funcionários remanescentes o clima era de profunda tristeza em razão do fechamento de uma loja que chegou a ser a maior do setor de eletroeletrônicos e eletrodomésticos na cidade. Hoje, duas carretas da matriz vieram a Guanambi e levaram a mudança. Em crise no país desde 2018, o grupo está em recuperação judicial. A assessoria da empresa não comenta os fatos, contudo, com faturamento anual de R$ 5,2 bilhões, com teto de R$ 8,8 bi no auge, a Máquina de Vendas vem diminuindo drasticamente seu espaço no mercado. Em 2017, a dívida da rede chegou a R$ 1,5 bilhão entre os bancos Itaú, Bradesco e Santander e já ultrapassa os R$ 3 bi. Desde agosto passado, a empresa protocolou um pedido extrajudicial de recuperação judicial e trocou seu CEO, Ricardo Nunes, fundador da Ricardo Eletro, por Luiz A. Wan-Dall Jr, ex-CEO da Atlas Eletrodomésticos.

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